<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645</id><updated>2011-08-24T14:33:02.072-03:00</updated><title type='text'>::SIGNOS LATENTES::</title><subtitle type='html'>(AHO!)</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>31</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-5835001865648519007</id><published>2010-11-26T17:15:00.003-02:00</published><updated>2010-11-26T17:27:15.372-02:00</updated><title type='text'>PURGATÓRIO DA BELEZA E DO CAOS...</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;Vale lembrar que “todo ponto de vista é a vista de um ponto”.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;A reação dos traficantes, massivamente televisionada nos últimos dias, faz parte do pacote encomendado com as  últimas políticas de segurança pública no Rio. O programa de Unidades de  Polícia Pacificadora parece estar cumprindo parte do seu objetivo ao  ocupar os principais pontos estratégicos utilizados pelo tráfico  carioca. Sufocar o crime organizado, desarticulando suas fontes de  renda, faz com que a polícia e a sociedade sofram as consequências da  famosa primeira lei newtoniana – “toda ação gera uma reação”. A  violência encontrada nos atos criminosos dos últimos dias visa não só  pulverizar a atenção do poder público, que não tem contingente para  estar em todos os cantos da cidade, mas também chocar a população. Em  todo caso, essas cenas de violência reforçam a ideia de que vivemos aqui  em estado de guerra ainda não declarada.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;A Vila Cruzeiro é uma das ‘n’ favelas que integram o famigerado  Complexo do Alemão. Diferentemente das tradicionais favelas cariocas,  dispostas principalmente em encostas, a topografia da região é  basicamente plana. O Rio de Janeiro tem aproximadamente seis milhões de  habitantes, sendo que 400 mil deles moram num complexo de favelas que se  espalha por quilômetros da Zona Norte e se desdobra em ruas, esquinas e  vielas a perder de vista. Essas características fazem do Complexo do  Alemão, e adjacências, a “pedra fundamental no sapato que roça o  calcanhar de Aquiles”. Verdadeiro barril de pólvora, “porto-seguro do  tráfico”, segundo o Secretário de Segurança José Mariano Beltrame, a  região a ser controlada é estrategicamente fundamental para o êxito  desse programa de segurança.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;O discurso que se vê nas ruas parece ser o mesmo reportado pela  grande mídia: “não é hora de voltar atrás”. Diferentemente de confrontos  anteriores, dessa vez a população parece respaldar a ação da polícia,  compreendendo que não existe bônus sem ônus. Entretanto, por vivermos  num Estado de Direito e não mais na Ditadura, as investidas têm de ser  cautelosas. Num dos momentos mais chocantes do confronto de ontem, onde  traficantes escapavam pelos fundos da favela, muitos questionaram se não  fora perdida uma oportunidade de fragilizar ainda mais o inimigo  aniquilando muitos de seus soldados. Se o Globocop acompanhava com  nitidez a fuga, por que motivo não havia nenhuma equipe da polícia para  fazer a contenção dos mais de 200 fugitivos? Empregando raciocínios  aplicados em táticas de guerra, algo que poucos têm capacidade de  avaliar, a PM argumentou que o terreno deixaria qualquer equipe  vulnerável a um eventual fogo cruzado. Além disso, a repercussão de um  massacre certamente seria péssima, caso a turma do Coronel Nascimento  estivesse em condições de assim proceder.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;A inteligência da polícia planejou seus próximos passos ou o que  estamos vendo é apenas um comportamento reativo aos crimes cometidos?  Realocar chefes do tráfico para outros estados amenizará futuros  ataques? A corrupção na polícia foi extirpada de uma hora pra outra?  Será que as facções criminosas cariocas – Terceiro Comando, Comando  Vermelho, Amigos dos Amigos etc. – vão unir as forças num contragolpe  que não tardará? Muitas perguntas, poucas respostas.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;Pelas ruas o clima não é dos melhores. Mesmo em localidades  geograficamente distantes dos incidentes, existe uma tensão no ar. Para  que algo se quebre, basta estar íntegro. Menos ônibus nas ruas, trânsito  levemente menos congestionado e uma estranha sensação de viver de forma  banal algo que não deve ser.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;Ontem choveu muito ao final do dia, mas hoje o sol apareceu pela  manhã. Se a esperança é a arte de saber esperar, talvez já se tenha  esperado muito.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;E segue o purgatório da beleza e do caos…&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana;"&gt;
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Texto publicado originalmente em &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: verdana;" href="http://www.bodega.blog.br/dusoto/um-relato-do-rio/"&gt;http://www.bodega.blog.br/dusoto/um-relato-do-rio/&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-5835001865648519007?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/5835001865648519007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=5835001865648519007' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/5835001865648519007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/5835001865648519007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2010/11/purgatorio-da-beleza-e-do-caos.html' title='PURGATÓRIO DA BELEZA E DO CAOS...'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-5937815306822819673</id><published>2010-01-25T13:02:00.008-02:00</published><updated>2010-01-25T13:15:42.529-02:00</updated><title type='text'>CÁLCULO OU MEDITAÇÃO? - UMA REFLEXÃO SOBRE “SERENIDADE” DE HEIDEGGER</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#ffffff;"&gt;A força&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#ffffff;"&gt; de um pensamento talvez não seja apenas medida pela validade de seus conceitos, mas também pela sua capacidade em operar mudanças nos paradigmas de seu tempo, influenciando gerações posteriores e recolocando questões fundamentais. Acreditando-se nessa premissa, poderíamos sugerir que a obra de Martin Heidegger, filósofo alemão do início do século XX, é central para a compreensão do pensamento contemporâneo. Seja para afirmar, seja para negar suas idéias, o certo é que um número considerável de renomados filósofos foi tocado pelas propostas heideggerianas (Jean Paul Sartre, Hannah Arendt, Emmanuel Lévinas, Jacques Derrida e Michael Foucault, só para citar alguns exemplos).

&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:85%;color:#ffffff;"&gt;Mas o que há de tão significativo nesse pensamento? Por que seus conceitos configuram uma importante e atual janela na abordagem de problemas contemporâneos? Serenidade, texto publicado em 1955, apresenta uma crítica a um traço preponderante do mundo contemporâneo: a técnica. Nele o autor estabelece um pensamento da ordem do cálculo (pensamento calculativo) e um pensamento da ordem da reflexão (pensamento meditativo) como as possíveis posturas existenciais adotadas pelo homem moderno. No entanto, para facilitar a compreensão desse raciocínio, é necessário que retornemos aos conceitos básicos apresentados em sua obra principal: Ser e Tempo. Publicado em 1927, esta é considerada a obra-prima (e inacabada) de Heidegger, que a despeito de trabalhos e desdobramentos posteriores, continuou emulando com perseverança uma filosofia permeada por idéias inicialmente abordados em seu projeto-piloto.

&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;A busca por uma ontologia fundamental é sem dúvida alguma o eixo que norteia as sendas filosóficas percorridas por Heidegger em Ser e tempo. Através da fenomenologia, método que herda de Husserl, o autor tenta recolocar a questão do ser, persistindo na tarefa (e justificando sua necessidade) de se refletir sobre a mesma. Para tanto, argumenta que a história da filosofia é a história do esquecimento do ser, isto é, a criação da metafísica e, posteriormente, da técnica como formas de afastamento da relação fundamental: o espanto (thauma). A perplexidade com tudo aquilo que é teria sido o motivo pelo qual o homem teria se afastado da indagação sobre o sentido do ser, erigindo um verdadeiro complexo de questões metafísicas no intuito de solapar o confronto com esse espanto – o não-ser, o nada. Se a metafísica é a filosofia primeira para Aristóteles, será a ontologia que ocupará esse lugar no pensamento de Heidegger, pois na opinião do autor somente ela poderá reinserir a questão fundamental sobre o sentido do ser - enquanto as ciências ônticas (biologia, física, matemática etc.) cuidam dos entes, cabe à ontologia cuidar do ser.

&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;“Embora nosso tempo se arrogue o progresso de afirmar novamente a ‘metafísica’, a questão aqui evocada caiu no esquecimento (...) No solo da arrancada grega para interpretar o ser, formou-se um dogma que não apenas declara supérflua a questão sobre o sentido de ser, como lhe sanciona a falta. Pois se diz: ‘ser’ é o conceito mais universal e mais vazio. Como tal, resiste a toda tentativa de definição. Esse conceito mais universal e, por isso, indefinível, prescinde de definição” (HEIDEGGER, Martin. Ser e tempo. Ed. Vozes. Pág. 37).&lt;/span&gt;


&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:85%;color:#ffffff;"&gt;Tudo que é é ente e, sob esse prisma, só podemos falar do ser das coisas através dos entes. No entanto, o ser não pode ser entificado, uma vez que pensar o ser é também pensar o nada, logo, o não-ser. A azulidade do céu azul, bem como a redondidade da esfera, seria o próprio ser se insinuando através dos entes sem esgotar suas possibilidades de manifestação – o ser é a estrutura e não o conjunto de entes. Como “sempre nos movemos numa compreensão de ser”&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=36901645#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:85%;color:#ffffff;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#ffffff;"&gt;, é provável que exista algum ente específico que tenha o privilégio de se relacionar com ele. Mas o que é, afinal, ser? Já que a lógica nos impele a responder “x é y” nos deslocando para o âmbito dos entes, torna-se necessário uma mudança de padrão, uma quebra de paradigma para responder a essa pergunta.

&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#ffffff;"&gt;Heidegger acredita que a questão sobre o sentido do ser pode ser elucidada (ou ao menos tangenciada) se for devidamente formulada, i. e., direcionando-se o que é questionado (o ser) e o que é perguntado (a questão do ser) ao interrogado por excelência: o Dasein. Traduzido como “ser-aí”, o Dasein também é chamado de presença e pode, grosso modo, ser entendido como homem – essa referência é quase óbvia, pois dentre todos os entes, somente o homem pensa e se relaciona com o ser. E é no Dasein onde se revela o privilégio na busca pela questão do ser, pois enquanto em outros entes encontramos essência, na presença encontramos apenas abertura às possibilidades infinitas de ser - Dasein é projeto sempre inacabado.

&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Essa abertura é nossa característica, nossa marca, nossa sina. Ela corrobora com o que Heidegger chama de “queda” (Verfall), conseqüência direta do processo de afastamento da questão fundamental – a questão do ser - e define, paradoxalmente, nossa impossibilidade em pensar o ser com exclusividade. Em seus diversos modos de ser o Dasein se depara com situações em que pensa o trivial, o banal e o corriqueiro, numa postura distante da que seria exigida na reflexão fundamental. Logo, Dasein também é esquecimento que não esquece só as indagações profundas, mas que se esquece ao não deixar o pensamento ser pensamento, isto é, ser abertura. Serenidade, portanto, é esse “deixar ser” enquanto princípio básico da filosofia, onde o pensador não se coloca como sujeito do conhecimento, mas como veículo desse fenômeno, desse acontecimento.

&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;“Todos nós, inclusive aqueles que pensam como que por dever profissional, todos nós somos muito freqüentemente pobres em pensamento; todos nós, com demasiada facilidade, somos sem pensamento (...) A ausência de pensamento é um estranho convidado que se insinua hoje por toda a parte no mundo. Pois lidamos atualmente com tudo do modo mais rápido e econômico, apenas para esquecê-lo instantaneamente no momento seguinte” (HEIDEGGER, Martin. Serenidade).&lt;/span&gt;


&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#ffffff;"&gt;A preocupação de Heidegger com o mundo contemporâneo, quer dizer, com o modo como o homem se torna cada vez mais dependente da técnica, é proveniente dessa “ausência de pensamento”. A escassez de reflexões mais profundas, calcadas em questões não somente relacionadas ao dever, somente parecem fortalecer essa hegemonia tecnológica e objetiva. Mas se somos seres dotados de razão, isto é, se em nossa essência reside uma natural capacidade para pensar, então existe a possibilidade para o “não-pensar”. É somente porque a luz se acende que ela pode se apagar. É somente porque uma estrutura está intacta que ela pode se corromper. É somente porque estamos vivos que podemos morrer. É somente porque pensamos que podemos não pensar (ou pensar de maneira superficial, pobre e objetiva).
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#ffffff;"&gt;“Assim como só podemos nos tornar surdos porque ouvimos, assim como só podemos envelhecer porque fomos jovens; assim podemos nos tornar pobres em pensamento ou mesmo sem pensamento apenas porque o homem no fundo de seu ser tem a capacidade de pensar, tem "espírito e razão", é destinado a pensar” (HEIDEGGER, Martin. Serenidade).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#ffffff;"&gt;


&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#ffffff;"&gt;A esse pensamento “empobrecido” é que Heidegger vai chamar de pensamento calculativo: um pensamento que visa somente a resolução de problemas objetivos, que não é livre para “pensar a si mesmo”, como na definição aristotélica de Deus (o pensamento supremo). Reiterando a idéia outrora exposta em Ser e tempo, o autor nos convoca à nossa condição de seres caídos ao enfatizar o caráter imprescindível da presença do pensamento calculativo em nossa cotidianidade, alertando, no entanto, que tal presença é apenas um vértice (mais opaco e atrofiado) das muitas possibilidades que integram o constructo de nossa existência.

&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;“Tal pensamento permanece imprescindível. Mas também permanece o fato de que esse é um pensamento de tipo singular. Sua singularidade consiste em que sempre que planejamos, pesquisamos e organizamos, sempre contamos com condições que são dadas. Levamo-nas em conta com a intenção calculada de servirem a objetivos específicos. Assim podemos contar com resultados definidos. Esse cálculo é a marca de todo pensamento que planeja e investiga. Tal pensamento permanece cálculo mesmo quando não trabalha com números, nem usa máquina de calcular ou computador. O pensamento calculativo calcula” (HEIDEGGER, Martin. Serenidade).
&lt;/span&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#ffffff;"&gt;Cerceado de seu impulso original, que é o de trilhar caminhos de forma errante, o pensamento tornar-se-ia calculativo, sendo impelido e destinado a ocupar-se dos comos ao invés de investigar, como alternativa mais profícua, os porquês – fundamento do exercício filosófico. Como diria Julio Pinto num ensaio sobre semiótica: “A tecnologia da informação (...) tem os comos, mas não sabe o que é relevante. A comunicação, ao contrário, pode ser pensada – e, infelizmente, muitas vezes não o é – como aquilo que identifica as relevâncias não só por meio dos comos, mas principalmente através dos porquês. Porque a comunicação não é um processo binário, mas um processo que levanta as dúvidas relevantes e as trabalha e procura interpretá-las”²&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=36901645#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:85%;color:#ffffff;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:85%;color:#ffffff;"&gt;. Sob essa ótica, a tecnologia da informação estaria para o pensamento calculativo, assim como a comunicação estaria para a filosofia ou, em termos heideggerianos, para o pensamento meditativo.

&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:85%;color:#ffffff;"&gt;Sendo o pensamento calculativo um pensamento da ordem da objetividade e, por conseguinte, limitado a determinadas condições de ordem prática, não seria exagero supor que trata-se de um pensamento mais acessível – e certamente mais solicitado – numa sociedade que enxerga o mundo (e a natureza) como fundo de reserva. “A natureza torna-se um gigantesco reservatório, uma fonte de energia para a técnica e para a indústria”&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=36901645#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:85%;color:#ffffff;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;, confirma Heidegger em Serenidade. E nesse movimento intenso é que o pensamento meditativo, tão necessário para a experiência da abertura (da alteridade e das possibilidades), vai sendo solapado. Cai no esquecimento.

&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;“Assim, em julho deste ano na Ilha de Mainau, dezoito vencedores do prêmio Nobel afirmaram: ‘a ciência – isto é, a moderna ciência da natureza – é um caminho para uma vida humana mais feliz’. O que acontece nessa afirmação? Surge ela da meditação? Pensa ela o sentido da era atômica? Não. Pois se aceitamos como satisfatória essa afirmação da ciência, permanecemos tão distanciados quanto possível de uma meditação sobre nossa época. Por quê? Porque esquecemos de meditar. Porque esquecemos de perguntar: de onde provém a possibilidade de a técnica científica descobrir e liberar novas energias na natureza? ” (HEIDEGGER, Martin. Serenidade).&lt;/span&gt;


&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:85%;color:#ffffff;"&gt;A crença obtusa na técnica, sob a ótica heideggeriana, representa a persistência no erro metafísico elevado a um nível mais potente e prejudicial. Se o desdobramento natural do pensamento grego clássico, em nome de uma verdade catapultada para outro mundo, havia estabelecido um primado metafísico, não era necessário realocar essa “verdade” para outro solo: o da técnica. Podemos (e devemos) estabelecer uma relação equilibrada com essa força contemporânea, sem deixar que a mesma ofusque o brilho de nossa natural capacidade para pensar. Seguir por esse caminho, com os olhos vendados, a boca tapada e os ouvidos cheios de cera, seria comprometer nossa essência, nosso dever, nossa verdade. “Não paramos para pensar que está sendo preparado um ataque com meios tecnológicos à vida e ao ser do homem, diante do qual a explosão da bomba de hidrogênio pouco significa”&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=36901645#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:85%;color:#ffffff;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#ffffff;"&gt;, alerta o autor.

&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#ffffff;"&gt;E se a proposta é cuidar do pensamento, logo, de nós mesmos, trata-se de perceber que o que foi exposto por Heidegger em Serenidade pode ser interpretado como uma continuação e uma atualização das idéias apresentadas em Ser e Tempo, isto é, a preocupação com o pensamento. Se somos seres caídos, é natural que sejamos supérfluos, objetivos e banais. No entanto, sendo seres de razão, também temos o dever de agir com a nossa propriedade e pensar, calculativa e meditativamente, promovendo uma mudança na postura do homem na sua relação com a técnica e seus dispositivos de entorpecimento. É necessário, então, adotar uma atitude reflexiva diante do que se coloca como um caminho inevitável. Uma “atitude de um simultâneo Sim e Não para com o mundo técnico através de uma velha palavra: serenidade para com as coisas (...) Serenidade para com as coisas e abertura para o mistério pertencem-se mutuamente” - princípios que podem nos ajudar a configurar um quadro tão produtivo, mas menos angustiante e, quem sabe, mais estimulante em nossa contemporaneidade.



&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#ffffff;"&gt;BIBLIOGRAFIA

&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#ffffff;"&gt;HEIDEGGER, Martin. Ser e tempo. Petrópolis: Vozes, 2007.

&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#ffffff;"&gt;HEIDEGGER, Martin. Serenidade. Tradução: Tito Marques Palmeiro.

&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#ffffff;"&gt;PINTO, Julio. O ruído e outras inutilidades – Ensaios de comunicação e semiótica. Belo Horizonte: Autêntica, 2002&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;
&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=36901645#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:78%;color:#ffffff;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:78%;color:#ffffff;"&gt; HEIDEGGER, Martin. Ser e tempo.
&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=36901645#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:78%;color:#ffffff;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:78%;color:#ffffff;"&gt; PINTO, Julio. O ruído e outras inutilidades – Ensaios de comunicação e semiótica.
&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=36901645#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:78%;color:#ffffff;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:78%;color:#ffffff;"&gt; HEIDEGGER, Martin. Serenidade.
&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=36901645#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:78%;color:#ffffff;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; HEIDEGGER, Martin. Serenidade.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-5937815306822819673?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/5937815306822819673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=5937815306822819673' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/5937815306822819673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/5937815306822819673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2010/01/calculo-ou-meditacao-uma-reflexao-sobre.html' title='CÁLCULO OU MEDITAÇÃO? - UMA REFLEXÃO SOBRE “SERENIDADE” DE HEIDEGGER'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-8732877671220011820</id><published>2009-08-31T19:43:00.006-03:00</published><updated>2009-08-31T19:51:46.736-03:00</updated><title type='text'>O PRESENTE LEGADO - A EXISTÊNCIA PELO PRISMA DAS PALAVRAS</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;“O essencial é vivido na presença, as objetividades no passado”
(Martin Buber)
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
O presente trabalho foi realizado no intuito de mostrar a relação indissociável entre Existência e Palavra, componentes que parecem fundamentar nossa participação no mundo. A Grécia Arcaica, que se estende dos séculos IX a.C. ao VI a.C., guarda uma importante herança para a compreensão dessa história no pensamento ocidental. O conhecimento que nos foi legado pelos antigos gregos diz respeito à nossa relação com as palavras e, conseqüentemente, com os entes e sua presença – realidades que plasmaram a cultura helênica nas fases do Mito e do Logos, perdurando, ainda que de maneira inconsciente, até os nossos dias. Se acreditarmos, por exemplo, que a existência se revela na experiência dialógica, ou seja, no aspecto relacional da vida, temos de concordar que, para tanto, é necessário que haja comunicação. Esta, por sua vez, se apresenta via linguagem e acompanha não só o homem, mas todos os seres que estabelecem algum tipo de interatividade entre si. Em cada pequeno gesto há o ato de comunicar. “O mundo dos significados não é outro senão o da linguagem”, diz Roland Barthes em Ensaios de Semiologia.
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se hoje participamos do fenômeno Sociedade da Informação (ou da Comunicação), é porque em algum momento a história humana adentrou ao recinto da Palavra, isto é, dos processos de significação. E, para que essa empresa tivesse sucesso, um dos primeiros estágios da compreensão humana sobre o mundo ocorreu na relação com o mito. Jaa Torrano, sobre a importância da vivência mítica, classifica o mito como “a experiência do Sagrado”, descrevendo a linguagem como “objeto de uma experiência numinosa”. Ao participar de um culto a Dionísio, por exemplo, o grego não se deparava somente com interpretações e atuações de outros gregos (o lado meramente teatral do evento), mas confrontava-se, antes, com o próprio deus encarnado.
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-size:78%;"&gt;“A linguagem é, neste caso, a linguagem do aedo, i.e., a canção – uma canção que ao mesmo tempo é veículo de uma concepção do mundo e suporte de uma experiência numinosa”(TORRANO, Jaa. Teogonia – a origem dos deuses. Ed. Iluminuras. Pág. 14).
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Tal experiência, no entanto, passa a fazer sentido somente se levamos em conta o papel preponderante das Musas (Mousai), que com sua numinosa presença autorizavam os poetas (aedos) a cantar os entes, trazendo à luz o que estava esquecido e levando ao mundo do esquecimento o que não se queria desvelar - as Musas, filhas de Zeus e Memória (Mnemosyne), diziam tanto mentiras parecidas com verdades, quanto verdades. A relação desse poder com a palavra alethéia (desvelamento, verdade) é evidente, pois somente as Musas, testemunhas oculares dos eventos, estavam habilitadas a cantar - contar e reviver - os fatos. Eram elas: Glória, Alegria, Festa, Dançarina, Alegra-coro, Amorosa, Hinária, Celeste e Belavoz, que vinha à frente das irmãs.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="font-size:78%;"&gt;“O poeta, portanto, tem na palavra cantada o poder de ultrapassar e superar todos os bloqueios e distâncias espaciais e temporais, um poder que só lhe é conferido pela Memória (Mnemosyne) através das palavras cantadas (Musas). (...) Portanto, o canto (as Musas) é nascido de Memória (num sentido psicológico, inclusive) e do mais alto exercício do Poder (num sentido político, inclusive)” (TORRANO, Jaa. Teogonia – a origem dos deuses. Ed. Iluminuras. Pág. 16).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;

Cumpre-se aqui fazer uma pequena, porém importante, distinção entre os períodos arcaico e clássico da Grécia: No primeiro observamos uma maior preocupação com a utilização da narrativa, da alegoria e da imagem – traços que ajudam a compor o mito, estabelecendo uma noção de verdade com ênfase na memória – crer para ver. No período seguinte, se estabelecesse o primado da razão, do logos, do discurso, onde a verdade filosófica, impulsionada pelo advento da escrita, torna-se uma verdade epistemológica - o “ver pra crer”. Em suma, a verdade filosófica está mais para a adequação da mente com a coisa (adaequatio rei ad intellectus), enquanto sua precedente lida com uma verdade axiológica (axios = valor).
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-size:78%;"&gt;“Com os pensadores a linguagem põe-se a caminho de tornar-se abstrato-conceitual, racional, hipotátíca e desencarnada (na perfeição do processo, o nome se torna um signo convencionado para a coisa nomeada)” (TORRANO, Jaa. Teogonia – a origem dos deuses. Ed. Iluminuras. Pág. 17).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;

Logo, a verdade mítica é mediada pela psicagogia no fruidor, via processo de catarse, i.e., de comoção, de “mover-se junto ao acontecimento”. Ao ouvir o canto do aedo, o espectador era imediatamente transportado para a presença das Musas, vivenciando e comovendo-se com os eventos por elas desvelados. A relação entre mito e realidade era tão amalgamada que, antes do canto, o aedo pedia às Musas que o autorizassem a cantar (e contar), como se observa no Proêmio às Musas, primeiro trecho da Teogonia de Hesíodo: “Pelas Musas heliconíades comecemos a cantar”. Mediante tal fato é que o professor Marcus Reis pode afirmar que “uma análise psicologizante do mito na Grécia é, no mínimo, anacrônica”, visto que muitos dos conceitos abordados pela psicologia só foram concebidos muitos séculos depois – a dimensão moderna de subjetividade no ser humano, por exemplo, só começa a ser pensada na Modernidade com René Descartes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
É ainda válido recordar que, sendo oral ou escrita, a linguagem é palavra, e que esta sempre tem por meta presentificar os objetos no discurso, pois, quando proferidas, solicitam instantaneamente suas significações. E o homem é um ser de significação, procurando sentido em tudo que o rodeia, e é nesse processo, no qual deparamo-nos com a presença das coisas no gerúndio da ação, onde se desvela a totalidade e o compromisso com o agora. Seja futuro, presente ou passado, é no agora que emana e se apresenta o constructo da existência. E ainda que a escrita seja tirana, limitando, ferindo e cerceando as possibilidades de ser, ela sinaliza essa incapacidade, pois as possibilidades de ser jamais se esgotam. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Um biólogo, com o conhecimento que lhe cabe, dá a primeira e a última palavra sobre uma árvore qualquer. Um botânico, por sua vez, também fará o mesmo, mas de maneira diferente, uma vez que sua formação incute-lhe uma análise distinta da primeira. Nosso vegetal lenhoso, ao sofrer o exame de um mestre-carpinteiro, verá sua predicabilidade enriquecida, uma vez mais. Ora, o que se apresenta, com ares de ser parmênídico, nada mais é do que a persistência do ser dos entes em seu caráter inesgotável e permanente - e não há espanto em constatar que o Ser de Parmênides é analisado via logos, ou seja, palavra. Palavra, para Merleu-Ponty, é “o tecido do pensamento”, e tal assertiva se baseia no fato de que a linguagem faz a mediação entre nós e o mundo ao categorizar todas as nossas experiências através da combinação das letras, da normatização dos usos e das, aparentemente, infinitas possibilidades de sentido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="font-size:78%;"&gt;“São três as esferas nas quais o mundo da relação se constrói. A primeira é a vida com a natureza onde a relação permanece no limiar da linguagem. A segunda esfera é a vida com os homens onde a relação toma forma de linguagem. A terceira é a vida com os seres espirituais onde a relação embora sem linguagem gera a linguagem (...) todas são portas na presença da Palavra” (BUBER, Martin. Eu e Tu. Ed. Centauro. Pág. 118).
&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Ainda que não seja do intuito desse artigo analisar situações aquém (natureza) ou além (mundo espiritual) da linguagem, podemos prosseguir no raciocínio de Buber e complementá-lo com uma ressalva: mais do que aquém e além da linguagem, a existência se dá na linguagem. Descartes, em suas Meditações, parece reiterar esse raciocínio ao afirmar que “as palavras me contêm”. Portanto, o que se configura é uma certeza, ainda que contingente, de que se a existência se dá na linguagem, ela ocorre nos processos de significação, logo, nas palavras.
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando sentimos um vazio inexplicável, uma sensação de tristeza profunda, um pesar arrebatador, nossa razão tenta apreender esse acontecimento, essa presença - apreender para compreender. Ao mover-se na direção de tal apreensão, a mente tenta explicar utilizando-se das ferramentas que possui para objetificar as coisas, ou seja, utilizando-se da nomenclatura, i.e., da estrutura da palavra que, bem como a linguagem, necessita de definição e de regulamentação para que o sentido se dê. A idéia implícita contida nesse princípio é a de que, para nos comunicar com uma base mínima de entendimento, é necessário que a mente, em seu movimento de significação, exerça uma atividade fundamental: repertorizar (arquivar, armazenar, organizar) as coisas como objetos. Quando pagamos contas num banco, declaramos sentimentos ocultos à pessoa amada, assistimos a um filme ou buscamos entender o motivo de uma tristeza qualquer, estamos diante do primado da Linguagem e da Palavra, e é nesse contexto onde nossa realidade se molda. Uma dor nunca seria compreendida como tal se já não estivesse repertorizada em nossa mente, segundo a mediação da seqüência de sons d-o-r, com uma determinada experiência sofrida anteriormente - base de referência nesse procedimento de distinção e identidade. No entanto, tal procedimento não é tão preciso quanto parece, visto que o sentido das coisas é relativo e incerto, o que proporciona, paradoxalmente, certa poesia e hermetismo em nossas vidas.
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-size:78%;"&gt;“E as palavras falam do que é real e do que não é real, apresentando-os quando e como elas querem. As Palavras falam tudo, elas apresentam o mundo (...) nas Palavras reside o ser. Esta imbricação recíproca de linguagem e ser não é senão a recíproca imbricação de linguagem e poder” (TORRANO, Jaa. Teogonia – A origem dos deuses. Ed. Iluminuras. Pág. 30).
&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A grande maioria das enciclopédias e livros de História Geral aceita que a escrita surgiu como etapa posterior à fase oral nas sociedades antigas, ou seja, como conseqüência da capacidade de raciocínio, de síntese e da necessidade de normatização das relações humanas. No período Neolítico, isto é, na Idade da Pedra, a transmissão oral era suficiente para suprir as demandas comunicacionais existentes em um determinado grupo. Com o advento da agricultura, ocorreu o crescimento e o estabelecimento de determinadas populações num mesmo local, o que proporcionou um aumento no nível de complexidade das funções exercidas na sociedade. Esses fatores, ao mesmo tempo em que solicitavam, estimulavam um modelo de comunicação que pudesse prover de forma mais objetiva e eficaz uma comunicação social, um modelo que tentasse retratar com o máximo de fidelidade a realidade, as coisas da vida: a escrita. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Inicialmente cunhada com o intuito de mensurar a largura de canais, a altura das paredes nos templos, a quantidade de cereais estocados, ou seja, como notação precisa das informações necessárias à sobrevivência de dada população, a escrita emergiu em sua forma pictórica na Suméria, atual sul do Iraque, aproximadamente em 3.500 a. C. O pictograma foi a primeira versão da escrita cuneiforme, que mais tarde evoluiu para o ideograma, e posteriormente para a escrita silábica. Para falar de determinado objeto bastava traçar determinada figura, convencionada consensualmente pelo grupo. Estava iniciada uma nova era na comunicação do homem com o mundo, uma nova etapa na relação do homem com o simbolismo das palavras. E é na transição do mito ao logos onde devemos fixar atenção, pois lá encontramos um precioso fundamento de nossa concepção sobre a realidade – somos seres de linguagem e este é nosso horizonte de possibilidades e limitações. A procura por entendimento e identidade parece um exercício sem fim, porém, uma finalidade existencial que só depende da presença numinosa das palavras.

&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;


&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;BIBLIOGRAFIA &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;
&lt;/strong&gt;

&lt;strong&gt;BARTHES&lt;/strong&gt;, Roland. Elementos de semiologia. São Paulo: Cultrix, 2006. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;strong&gt;BUBER&lt;/strong&gt;, Martin. Eu e Tu. São Paulo: Centauro, 2006. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;strong&gt;DESCARTES&lt;/strong&gt;, René. Meditações. Coleção “Os Pensadores”. São Paulo: Nova Cultural, 1999. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;strong&gt;MORA&lt;/strong&gt;, José Ferrater. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2001. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;strong&gt;REALE&lt;/strong&gt;, Giovanni. História da Filosofia – Vol. I. São Paulo: Loyola, 2008.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;strong&gt;TORRANO&lt;/strong&gt;, Jaa. Teogonia – A origem dos deuses. São Paulo: Iluminuras, 2007.
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-8732877671220011820?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/8732877671220011820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=8732877671220011820' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/8732877671220011820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/8732877671220011820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2009/08/o-presente-legado-existencia-pelo.html' title='O PRESENTE LEGADO - A EXISTÊNCIA PELO PRISMA DAS PALAVRAS'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-6621968369784563963</id><published>2009-06-02T21:12:00.005-03:00</published><updated>2009-06-05T18:44:07.689-03:00</updated><title type='text'>NOS APRIORISMO DO SUJEITO - A NOÇÃO DE TEMPO E ESPAÇO EM KANT</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;“Parece-me, pois, que quem sabe alguma coisa sente o que sabe. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Assim, o que se me afigura neste momento &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;é que conhecimento não é &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;mais do que sensação” &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;(Platão, Teeteto)&lt;/strong&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A vida é permeada por diversos fenômenos e, dentre todos que nos chegam, talvez sejam as noções de espaço e tempo as que mais fundamentam nossa existência e nossos processos de percepção, grosso modo, de estruturação do conhecimento. Nisso acreditava Kant, que definia ambos os conceitos como as duas formas de conhecimento sensível a priori, isto é, os dados sem os quais seria impossível conhecer. Percebendo as coisas durando no tempo e dispostas no espaço, parece que estamos diante do movimento primeiro da existência. E foi no intuito de abordar as noções kantianas de tempo e espaço, bem como ressaltar a importância das mesmas no pensamento do filósofo alemão, é que o presente trabalho foi feito.
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A filosofia sempre teve por fundamento a preocupação com o conhecimento. Desde seu surgimento, com o pensamento pré-socrático, essa é uma de suas principais características. Como distinguir a verdade de meras ilusões? Como estabelecer critérios que auxiliem essa empresa? Onde encontrar respostas que deem conta da totalidade do mundo?, são algumas das questões propostas pela filosofia. Mas esse saber filosófico não é somente técnico e se volta mais ao enfoque teórico sobre o conhecimento do que ao saber prático do mesmo. Esse momento é comumente descrito como a fase de transição do Mito ao Logos, responsável por instaurar em definitivo o primado filosófico grego, na qual os esforços passam a convergir para a busca de respostas calcadas na razão. O conhecimento, antes encontrado nas divindades míticas (Hesíodo e Homero), é transferido à natureza (Tales, Anaxímenes, Leucipo etc.) e, em seguida, ao próprio homem (Sócrates e os sofistas), emulando uma espécie de declínio das fontes de conhecimento ao plano físico e uma ascensão do próprio conhecimento ao plano metafísico. Esse paradoxo, de fato, apenas atesta a aptidão natural do homem na busca pelo conhecimento.
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;“Todos os seres humanos naturalmente desejam o conhecimento. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Isso é indicado pelo apreço que experimentamos pelos sentidos (...)” &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(ARISTÓTELES. Metafísica. Ed. Edipro. Pág. 43).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

A metafísica (ou filosofia primeira segundo Aristóteles), desde os primórdios, busca uma dimensão para além do mundo sensível e inteligível, catapultando a verdade para um mundo apriorístico e inato, um mundo transcendental. Talvez o primeiro grande exemplo disso seja a teoria platônica das formas, que estabelece que o mundo sensível não é fonte de conhecimento confiável. Para se alcançar o verdadeiro conhecimento seria necessário buscar o Mundo das Idéias (ou Formas), que se localiza muito além das aparências, numa concepção (e preocupação) marcadamente metafísica – o próprio Aristóteles, porém, critica essa cisão platônica. É certo que esse movimento errante, característico do pensamento filosófico, que ora estabelece um mundo sensível e ora um mundo supra-sensível como matriz do conhecimento, foi o que permitiu o desenvolvimento de conceitos e o surgimento de análises mais profundas sobre a própria filosofia. Para ilustrar, podemos recorrer ao já citado núcleo dos pré-socráticos, que em seu longo percurso admitiu um mosaico de elementos (água, terra, fogo, ar, amor, discórdia, apeiron etc.) como o princípio, a causa incausada, a arché. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Se por um lado, a metafísica aponta para uma dificuldade em se precisar o saber, revelando-o como contingente e válido somente para determinadas épocas e critérios, por outro, ela permite que haja a flexibilização de seus próprios conceitos. Quando a Modernidade aponta como a salvação de todos os males da humanidade, trazendo uma mensagem otimista e anunciando os novos tempos, ela fixa seu discurso no determinismo das ciências – e o mesmo ocorre com o Iluminismo. Estas, por sua vez, revelam maestria ao lidar com situações controladas (e controláveis), porém, ao deslocar seus conhecimentos para o mundo, o quadro muda. Se desejo aquecer 100 mililitros de água à temperatura de 37 graus Celsius, a tarefa se torna fácil num laboratório. Mas se desejo fazer a mesma experiência em campo aberto, é preciso contar com uma vasta gama de fatores externos que fogem totalmente ao meu controle. E assim também é a vida humana, que mais semelhante ao segundo caso, coloca diversas variáveis em pauta - basta constatarmos a dificuldade da tarefa ética para determinar modelos absolutos.
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;“Se a elaboração dos conhecimentos pertencentes ao domínio da razão segue ou não o caminho seguro de uma ciência, isso deixa-se julgar logo a partir do resultado (...) tal estudo acha-se ainda bem longe de ter tomado o caminho seguro de uma ciência, constituindo-se antes um simples tatear (...)” (KANT, Immanuel. Crítica da Razão Pura – Coleção “Os Pensadores. Ed. Nova Cultural. Pág. 35).&lt;/strong&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Com a idéia do cogito cartesiano, o pensamento filosófico passa a trabalhar com um conceito de subjetividade altamente intenso. Distinto de qualquer outra época da história, o conhecimento agora se instala na subjetividade humana, reacendendo o debate sobre as origens do conhecer. No entanto, e cada vez mais, as ciências foram se distanciando das questões humanas, voltando-se para questões de ordem objetiva. Onde estava a redenção prometida pela Modernidade e pelo Iluminismo? Por que motivo era constatado o avanço vertiginoso das ciências exatas e uma dificuldade em se aplicar o pensamento ético? Qual a importância da filosofia? O que fazer com a metafísica? Essa foi a preocupação de Kant que, notando esse desequilíbrio, decidiu empreender uma filosofia que pudesse analisar quais eram, de fato, as possibilidades reais de conhecimento. No Prefácio à Segunda Edição da Crítica da Razão Pura, obra fundamental para a compreensão do pensamento do filósofo, lê-se:
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;“A Metafísica, um conhecimento da razão inteiramente isolado e especulativo que através de simples conceitos (não como a Matemática, aplicando os mesmos à intuição), se eleva completamente acima do ensinamento da experiência , na qual portanto a razão deve ser aluna de si mesma, não teve até agora um destino tão favorável que lhe permitisse encetar o caminho seguro de uma ciência, não obstante ser mais antiga do que toda as demais e de que sobreviveria mesmo que as demais fossem tragadas pelo abismo de uma barbárie que a tudo exterminasse” (KANT, Immanuel. Crítica da Razão Pura – Coleção “Os Pensadores. Ed. Nova Cultural. Pág. 38).&lt;/strong&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Já que as ciências existem, como devem ser o sujeito do conhecimento e o objeto conhecido para que haja conhecimento? Se para Descartes, o objeto é o que tenho ou em mente ou fora dela, para o pensamento kantiano, o objeto é uma soma de cognições, sendo sintetizado ao final de um processo. Kant parte da idéia de que o sujeito está fadado a sensibilizar-se a partir do dado externo, mas que só há produção de conhecimento com a participação direta do sujeito cognoscente, isto é, o objeto se regula pela faculdade de conhecer do sujeito – princípios a priori que sintetizam os dados da experiência. “Etimologicamente, faculdades são poderes de realizar algo, são forças cognitivas”, esclarece a professora Rosana Suarez. Dentre as faculdades apresentadas por Kant, é a faculdade da sensibilidade (e afecção sensível) a que mais interessa a este trabalho, uma vez que é lá que encontraremos as definições de tempo e espaço. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Na Estética Transcendental, primeira parte da Crítica da Razão Pura, Kant explica que o modo ao qual “todo pensamento como meio tende, é a intuição”, e que esta “só ocorre na medida em que o objeto nos for dado”. Esta capacidade de obter representações é chamada de sensibilidade e “apenas ela fornece intuições”, elementos com característica instável que necessitam da abordagem do entendimento. Este, por sua vez, é a faculdade pela qual “os objetos são pensados e dele se originam conceitos”. Mas vamos nos ater somente à primeira etapa: a faculdade da sensibilidade, responsável pela produção da sensação, mediante implicação de determinado objeto. A intuição referente ao “objeto mediante sensação denomina-se empírica” e o “objeto indeterminado de uma intuição empírica denomina-se fenômeno”. A sensação do fenômeno relaciona-se com a matéria, e o que possibilita seu ordenamento é a forma, ou seja, enquanto a matéria nos é dada a posteriori, a forma está à disposição a priori, separada de toda sensação. Resumidamente, a sensibilidade, pura receptividade, é um campo que recebe e conforma o material, e suas formas puras (inatas e inconscientes) são espaço e tempo, que são independentes da experiência sensível. É como se nossa capacidade de conhecer tivesse início com modelos básicos de estruturação do conhecimento (tempo e espaço), que já estão inseridos em nosso aparato perceptivo, não necessitando de nenhum tipo de regulação posterior.
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;“Denomino puras (em sentido transcendental) todas as representações em que não for encontrada nada pertencente à sensação (...) Essa forma pura de sensibilidade também se denomina ela mesma intuição pura (...) Denomino estética transcendental uma ciência de todos os princípios da sensibilidade a priori (...) há duas formas puras da intuição sensível, como princípios do conhecimento a priori, a saber, espaço e tempo” (KANT, Immanuel. Crítica da Razão Pura – Coleção “Os Pensadores. Ed. Nova Cultural. Pág. 72).&lt;/span&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Kant define o espaço como o sentido externo que nos representa os objetos como fora de nós. Já o tempo é definido como o sentido interno onde a mente consegue intuir a si mesma, de modo a tudo representar em relação ao tempo. “O tempo não pode ser intuído externamente, tampouco quanto o espaço como algo em nós”, alerta o filósofo. Os fragmentos abaixo, retirados da Estética Transcendental, servem para ilustrar ambos os conceitos:
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Espaço
&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;1) O espaço não é um conceito empírico abstraído de experiências externas (...) esta própria experiência externa é primeiramente possível só mediante referida representação; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;2) O espaço é uma representação a priori necessária que subjaz a todas as intuições externas (...) Ele é, portanto, considerado a condição de possibilidade dos fenômenos; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;3) O espaço não é um conceito discursivo ou, como se diz, um conceito universal de relações das coisas em geral, mas sim uma intuição pura (...) O espaço é essencialmente uno; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;4) O espaço é representado como uma magnitude infinita dada (...) A representação originária do espaço é, portanto, intuição e não conceito. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;strong&gt;Tempo &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;strong&gt;1) O tempo não é um conceito empírico abstraído de qualquer experiência; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;2) O tempo é uma representação necessária subjacente a todas intuições (...) O tempo é portanto, dado a priori. Só nele é possível toda a realidade dos fenômenos; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;3) Sobre essa necessidade a priori também se funda a possibilidade de princípios apodíticos das relações de tempo, ou de axiomas do tempo em geral. Ele possui uma única dimensão: diversos tempos não são simultâneos, mas sucessivos (assim como diversos espaços não são sucessivos, mas simultâneos); &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;4) O tempo não é um conceito discursivo ou, como se diz, um conceito universal, mas uma forma de intuição sensível; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;5) A infinitude do tempo nada mais significa senão que toda magnitude determinada do tempo só é possível mediante limitações de um tempo subjacente. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;strong&gt;(KANT, Immanuel. Crítica da Razão Pura – Coleção “Os Pensadores. Ed. Nova Cultural. Pág. 75 à 78). &lt;/strong&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Ao conceber essas formas de intuição, Kant termina por inaugurar uma nova etapa no pensamento moderno, pois ao resgatar as possibilidades de conhecimento ele acaba por estabelecer os limites do mesmo; característica que parece apontar para a necessidade de se adotar uma postura mais criteriosa e relativista nos campos do saber. Se o conhecimento, que é mediado por uma série de cognições (faculdades), faz a exigência de formas a priori para se estabelecer, é porque ele não faz julgamento de subjetividades, mas se coloca, ao contrário, antes delas. E essa premissa, ainda que de maneira velada, recupera a dignidade humana, recolocando a questão sobre a capacidade de conhecer sob uma ótica mais democrática – e certamente mais bem distribuída do que o bom senso cartesiano. E se fazer metafísica é perscrutar o sujeito humano para além de suas fronteiras, para além de subjetividade e objetividade, então Teeteto estava parcialmente certo, pois o conhecimento não está somente nos sentidos. O conhecimento é simultaneamente aquém e além de nossa capacidade de conceituar. O conhecimento é um estado e não um lugar.

&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;BIBLIOGRAFIA &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;strong&gt;ARISTÓTELES. Metafísica. São Paulo: Edipro, 2006. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;strong&gt;KANT, Immanuel. Crítica da Razão Pura. Coleção “Os Pensadores”. São Paulo: Nova Cultural, 2005.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-6621968369784563963?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/6621968369784563963/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=6621968369784563963' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/6621968369784563963'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/6621968369784563963'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2009/06/nos-apriorismo-do-sujeito-nocao-de.html' title='NOS APRIORISMO DO SUJEITO - A NOÇÃO DE TEMPO E ESPAÇO EM KANT'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-3616607952494061677</id><published>2009-04-13T21:58:00.010-03:00</published><updated>2009-06-05T18:42:39.719-03:00</updated><title type='text'>ENTRE A TÉCNICA E A ABERTURA: UMA REFLEXÃO SOBRE A ARTE CONTEMPORÂNEA</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;“A arte dos nossos dias tem por finalidade servir de objeto ao pensamento (...) a arte cultiva o humano no homem” (G. W. F. Hegel).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A clássica pergunta &lt;em&gt;o que é a arte?&lt;/em&gt;, atualizada para nossos dias, poderia ser &lt;em&gt;o que é arte?&lt;/em&gt; ou, de maneira mais objetiva, &lt;em&gt;o que é uma obra de arte?&lt;/em&gt; Grafismos virtuais, plásticas elásticas, aparelhos com botões para distanciar e aproximar vidas, pequenas grandes coqueluches ornamentais e híbridos portáteis, são algumas das características do montante que circunscreve e, somente por vezes, integra o que chamamos de arte – somente por vezes, pois muitas coisas nos chegam como objeto artístico não passando de mera (re)produção industrial. Logo, não seria exagero dizer que a arte contemporânea é um gigantesco e complexo caleidoscópio de possibilidades, que abarca desde o tipo de material utilizado na obra às leituras e interpretações da mesma - podemos observar esse mosaico aspecto na música, na pintura, na poesia e em muitos outros gêneros artísticos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A arte, enquanto importante eixo de relações de identidade e cultura nas sociedades, sempre está a reciclar suas estruturas e valores, garantindo uma constante discussão sobre quais noções norteiam a própria definição de arte. E independente de qual seja a resposta sobre seu horizonte, o certo é que a arte nos insta sempre que se apresenta: despertando um sentimento de repulsa, diluindo-se numa massa informativa qualquer ou possibilitando uma singular experiência estética. A arte tem natureza mutante, é o próprio devir, é o&lt;em&gt; thauma&lt;/em&gt; (espanto) pulverizado nas searas da existência. Via obra, ela solicita, afasta, encanta e, para muitos, reconduz aos verdadeiros trilhos do saber filosófico. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;“Esta situação acentua-se no pensamento de Merleau-Ponty: ‘como poderá então – pergunta-se o filosofo – uma coisa apresentar-se verdadeiramente a nós, já que a síntese nunca se completa’... Essa ambigüidade não é uma imperfeição da existência ou da consciência, mas é sua própria definição... a consciência, que passa por ser o lugar da clareza, é , ao contrario, o próprio lugar do equívoco (...) propondo ao artista, assim como ao filosofo e ao psicólogo, afirmações que não podem deixar de ter uma função de estimulo à sua atividade formativa: é portanto essencial à coisa e ao mundo apresentarem-se como “abertos”....prometer sempre “algo mais a ver” (ECO, Humberto. Obra aberta. Ed. Perspectiva. Pág. 59).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Na tentativa de delinear suas características, poder-se-ia dividir a arte em três momentos: das poéticas clássicas, onde a análise se concentra na obra; das estéticas modernas, com o foco no receptor; e o momento das estéticas do artista, que valoriza o estado criador. No primeiro estágio a arte era constituída por doutrinas normativas, preocupando-se, mormente, com as técnicas de produção - Como construir uma tragédia? Como reproduzir uma epopéia? Quais as características de um poema lírico? Essa fase tem como alicerce a &lt;em&gt;mimese&lt;/em&gt; (imitação), que compreende a produção artística como cópia de situações reais e/ou um mero saber voltado para a &lt;em&gt;práxis&lt;/em&gt; (prática) – se necessito de um objeto para descansar minhas pernas, construo uma cadeira; se preciso atravessar um rio, faço uma ponte. E a própria noção de &lt;em&gt;poesia&lt;/em&gt; remete ao ato de &lt;em&gt;pôr algo no âmbito do ser&lt;/em&gt;, ou seja, criar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Autoridade no assunto, Aristóteles, em concordância com suas produções filosóficas, foi o primeiro a escrever uma obra que normatizava e categorizava os diferentes gêneros de poesia (&lt;em&gt;poiesis&lt;/em&gt;). Na &lt;em&gt;Poética&lt;/em&gt;, o estagirita esmiúça técnicas para a composição de tragédias, epopéias, ditirambos, dentre outros, fundamentando um importante legado prático-teórico sobre a arte. “&lt;em&gt;A tragédia é imitação de uma ação em sua totalidade&lt;/em&gt;”, “&lt;em&gt;Essas são as duas partes da fábula: a peripécia e o reconhecimento&lt;/em&gt;” e “&lt;em&gt;Os episódios, nos dramas, devem ser breves; diferentemente do que sucede na epopéia&lt;/em&gt;” são algumas das definições encontradas nessa obra. Sobre a relação entre arte e técnica, diz-nos Martin Heidegger:
&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;“(...) os gregos denominavam tanto a arte quanto o artesanato com a mesma palavra: &lt;em&gt;tekné&lt;/em&gt;; e, de maneira correspondente, o artesão e o artista com o termo &lt;em&gt;tekníthes&lt;/em&gt;"” (HEIDEGGER, Martin. Nietzsche – volume I. Ed. Forense Universitária. Pág. 74).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Ainda em &lt;em&gt;Nietzsche&lt;/em&gt;, Heidegger afirma que “&lt;em&gt;na medida em que a tekné é colocada expressamente em ligação com a produção de coisas belas e de sua representação, a meditação sobre a arte ao longo do caminho sobre o belo se volta para o âmbito da estética&lt;/em&gt;”. Esse momento da arte, o das estéticas modernas, sucede o das poéticas clássicas, e tem em Kant, que advoga a favor da possibilidade de transmissão da sensibilidade e do prazer estético, seu principal expoente – a cultura estética. O termo &lt;em&gt;estética&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;aisthesis&lt;/em&gt;), que passa a designar o ramo da filosofia relacionado à essência e à percepção do belo e do feio, é introduzido em 1753, pelo teórico Alexandre Baumgarten. A experiência estética tem como agente o fruidor, que mediante seu aparato sensorial confronta-se com o belo ou o sublime, por exemplo. Na &lt;em&gt;Crítica da Faculdade do Juízo&lt;/em&gt;, o filósofo de Königsberg afirma que o “&lt;em&gt;belo é o que apraz universalmente sem conceito&lt;/em&gt;”, o que ocorre quando contemplamos um caso de beleza específico (uma rosa ou uma pedra preciosa), onde o pensamento consegue abarcar a totalidade do belo, pois a beleza se contém em si própria. Esses casos, que aprazem universalmente, podem ser considerados exemplos particulares de uma regra para a qual não há definição. O belo, em Kant, tem um caráter lúdico, prazer que visa o compartilhar, enquanto o sublime promove uma percepção de algo que nos supera, que nos é superior. No contato com o sublime, nosso pensamento é incapaz de dar conta do todo, colocando-nos o ato de maneira aflitiva. O olhar tenta percorrer as ruínas de um grande e vetusto templo, mas a imaginação nos conduz a observar somente as partes da obra, frustrando nosso anseio pela totalidade. A contemplação do sublime deve se cautelosa, pois, se a distância comove, a proximidade assusta – uma experiência de reposicionamento do sujeito na realidade, já que perante a magnitude de determinadas obras somos arremessados em nossa pequenez existencial. O momento estético é um momento aonde a filosofia vai se preocupar com o modo como a impressão do objeto artístico vai impactar o espectador - quais as sensações, os sentimentos, as percepções do receptor diante da arte. Nesse sentido, o sujeito estaria fadado a sensibilizar-se a partir do dado externo, como coloca Kant, na &lt;em&gt;Crítica da Razão Pura&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;“Eu mesmo e meus estados somos o ente primeiro e propriamente dito; tudo o que de outro modo possa ser interpelado como ente é medido a partir de e de acordo com esse ente assim certo (...) A meditação sobre a arte volta-se agora, de maneira acentuada e exclusiva, para o interior da ligação com o estado sentimental do homem, com a &lt;em&gt;aisthesis&lt;/em&gt;"” (HEIDEGGER, Martin. Nietzsche – volume I. Ed. Forense Universitária. Pág. 77).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
O ideal romântico do &lt;em&gt;Bildung&lt;/em&gt; (“formação cultural”), então, passa a nortear a busca dos valores artísticos a partir da Antiguidade, erigindo o terreno de onde, mais adiante, germinaria a &lt;em&gt;filosofia da arte&lt;/em&gt; - um fenômeno que poderíamos chamar de “arqueologia da arte”. Essa dinâmica de compreensão tem por base a concepção hegeliana de &lt;em&gt;processo histórico&lt;/em&gt; - marca do pensamento moderno. A estética, que para Kant era o estudo dos sentidos, é para Hegel o pensamento sobre o belo artístico, expressão máxima da subjetividade no romantismo, que não queria mimetizar, mas somente expressar o espírito humano. O desequilíbrio entre forma e conteúdo, entre natureza e espírito humano, é também característico dessa fase, e, para o filósofo alemão, a arte é produção do espírito humano, sendo superior a qualquer produção da natureza - ao admirarmos o sol, por exemplo, estamos a admirar o nosso próprio espírito. A arte, nesse contexto, estaria acima da natureza, mas abaixo do espírito humano, opinião não compartilhada por Schelling e Goethe, que tentam empreender uma filosofia da natureza. Na &lt;em&gt;Estética&lt;/em&gt;, ao excluir o belo natural de sua análise, Hegel defende-se dizendo que “&lt;em&gt;a toda ciência cabe o direito de se definir como queira&lt;/em&gt;”, ou seja, toda ciência pode definir seu campo de atuação. Mas quem faz ciência são os homens, logo, cabe aos homens definir os limites das ciências, das artes e das produções humanas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Objetivamente, nosso terceiro momento da arte, o das estéticas do artista, caracteriza-se pela vontade criadora, i.e., pela estética ativa, que age através de pulsões artísticas inconscientes, diria Nietzsche. Se os gregos antigos expressavam sua arte sem conceitos, o artista dessa fase irá construir com profundidade sua obra, esmerando-se em lapidar sua criação com fundamentos e referências encontrados, sobretudo, na alteridade e na distância. A filósofa Rosana Suarez acrescenta: “&lt;em&gt;Em Nietzsche, onde a arte tem uma dimensão metafísica, e em Schiller, onde a dimensão da arte é ética, o fenômeno arte funciona como um portal para a questão do ser&lt;/em&gt;”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;“Ser artista é um poder-produzir. Produzir, porém, significa o seguinte: posicionar algo no âmbito do ser. Na produção moramos como que junto à gênese do ente e podemos visualizar aí a sua essência sem turvamentos” (HEIDEGGER, Martin. Nietzsche – volume I. Ed. Forense Universitária. Pág. 63).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;

No entanto, poderíamos sugerir que essas análises, que categorizam os diversos momentos da arte, acabam por colocar em risco a totalidade da produção artística, uma vez que todas as supracitadas etapas são aspectos de uma mesma coisa: a própria arte. E sendo devir (movimento e contra-movimento), a arte mesma não se adéqua muito bem ao cerceamento, fluindo através de rachaduras conceituais, como faz a água quando aprisionada dentro da montanha. Pensar a arte como ferramenta existencial, como dispositivo doutrinador da liberdade da criação, coloca-se como uma importante questão: Quais são as possibilidades? Quais os limites? Não há regra &lt;em&gt;a priori &lt;/em&gt;para fazer arte. O que parece interessar mais à arte contemporânea é a habilidade do artista de experimentar e compor novas perspectivas; fomentar &lt;em&gt;signos abertos&lt;/em&gt;. Em poucas palavras, poderíamos definir os signos como entidades psíquicas de significação, uma vez que representam algo para alguém. Diferentemente de um signo fechado, que tem seu leque de sentido restrito e pré-estabelecido pelo emissor (autor), um signo aberto é permeado de possibilidade de (re)significação – o &lt;em&gt;signi &lt;/em&gt;não fica, vai ao infinito. E assim como as possibilidades de ser não se esgotam, a arte contemporânea parece ser capaz de produzir obras com sentidos e interpretações diversas: &lt;em&gt;obras abertas e em movimento&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-size:85%;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;“A poética da &lt;em&gt;obra em movimento&lt;/em&gt; (como em parte a poética da obra “aberta”) instaura um novo tipo de relações entre artista e público, uma nova mecânica da percepção estética, uma diferente posição do produto artístico na sociedade; abre uma pagina de sociologia e de pedagogia, além de abrir uma página da história da arte. Levanta novos problemas práticos, criando situações comunicativas, instaura uma nova relação entre c&lt;em&gt;ontemplação&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;uso&lt;/em&gt; da obra de arte. Esclarecida em seus pressupostos históricos e no jogo de referências e analogias que a aparentam com vários aspectos da visão contemporânea do mundo, esta situação da arte é agora uma situação em via de desenvolvimento que, longe de estar completamente explicada e catalogada, oferece uma problemática em mais níveis. Em suma, uma situação aberta e em movimento” (ECO, Humberto. Obra aberta. Ed. Perspectiva. Pág. 65 e 66).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Nesse sentido, uma obra de arte pode ser definida como uma &lt;em&gt;obra aberta&lt;/em&gt; (ou &lt;em&gt;em movimento&lt;/em&gt;) caso apresente em sua estrutura uma ou mais brechas que possibilitem contínuas re-interpretações, permitindo aos fruidores (receptores) leituras que vão além dos limites estabelecidos pelo artista. Isto é, se uma obra se apresenta fechada em sua totalidade, com idéias objetivas, que não fogem do óbvio e não permitem o exercício de nossa capacidade imaginativa, ela não possibilita ao observador transformar e participar do processo artístico como um todo. Mas se uma obra traz em sua estrutura certa essência poética, bem como cultiva o exercício de confronto com diferentes matizes de percepção, ela se desdobra em uma nova arte. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Evgen Bavcar, mais conhecido como O Fotógrafo Cego, é um exemplo de artista que trabalha com obras abertas, uma vez que, desprovido de seu sentido de visão, não contempla diretamente sua produção final, deixando a interpretação a seus espectadores. Bavcar, mesmo incapaz de utilizar-se da visão, participa diretamente da gênese de suas obras através do aprimoramento de outros canais perceptivos, como a audição e o tato. Nas artes plásticas e cênicas, mais do que nunca, busca-se um movimento de concepção multilateral da obra, onde a inter-ação do espectador é tão fundamental quanto as orientações apresentadas pelo artista.
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-size:85%;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;“Uma obra assim entendida é, sem dúvida, uma obra dotada de certa abertura; o leitor do texto sabe que cada frase, cada figura se abre para uma multiformidade de significados que ele devera descobrir; inclusive, conforme seu estado de animo, ele escolhera a chave de leitura que julgar exemplar, e usará a obra na significação desejada (fazendo-a reviver, de certo modo, diversa de como possivelmente ela se lhe apresentara numa leitura anterior). Mas nesse caso “a abertura não significa absolutamente ‘em definição’ da comunicação, ‘infinitas’ possibilidades da forma, liberdade da fruição; há somente um feixe de resultados fruitivos rigidamente pré-fixados e condicionados, de maneira que a reação interpretativa do leitor não escape jamais ao controle do autor”. (ECO, Humberto. Obra aberta. Ed. Perspectiva. Pág. 43).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

A partir do século XIX, o ser humano, com seus ideais de produção, inserindo o paradigma industrial na realidade social, parece desumanizar a arte. De maneira distinta da fase mimética, que reproduzia concepções em escala quase que manufaturada, a sociedade industrial inicia um legado de reprodução em massa, ampliando o universo de possíveis receptores-consumidores – a arte passa a figurar também nos catálogos dos grandes conglomerados. Mas ainda assim essas definições carecem de alguma atualização, de nova perspectiva, uma vez que a própria obra de arte é sempre atual enquanto acontecimento. De fato, cada época parece ter sua dívida em relação às outras, e o conceito de “arte após o fim da arte” talvez nos possibilite olhar o que foi realizado na totalidade artística. Para Hegel, a arte tem a intenção de se espiritualizar, transformando-se, por conseguinte, em pensamento. A arte, além de ser “incapaz de satisfazer à nossa exigência do Absoluto”, também traz nela mesma o seu fim. Sem utilidade, se comparada ao martelar de um martelo, a arte passa a emular o palco bretcheano, transmudando-se em palanque, onde o “artista já não é apenas desviado e influenciado por reflexões que ouve formular cada vez mais alto à sua volta”, mas é sufocado pela agitação de seu tempo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Ao tentar comungar conceitos tão distintos a um leque tão profuso de possibilidades criadoras, se estabelece o paradigma da arte contemporânea. Onde antes era lugar da obra, do fruidor ou do autor, agora é espaço para a convergência de todas essas subjetividades e objetividades, díspares no tempo e no espaço. “A arte vive o crepúsculo dos ídolos”, nas palavras nietzscheanas de Suarez. Diante disso, segue ecoando a pergunta em suas múltiplas facetas: &lt;em&gt;O que é a arte? O que é arte? O que é um objeto de arte?&lt;/em&gt; Longe de acreditar ter encontrado tais respostas, arriscaria um palpite de que a arte na contemporaneidade, mais do que nunca, torna-se um vetor de construção de subjetividades e objetividades – na pulsão, na ciência, na &lt;em&gt;práxis &lt;/em&gt;e na &lt;em&gt;theoria&lt;/em&gt;. A obra, reflexo do movimento contemplação interior e exterior da existência, seria como a síntese de um estado de espírito, a cicatriz que acolhe uma história. E mesmo que, no limite de uma investigação mais profunda, se argumente que a arte nunca existiu, surge uma nova questão: &lt;em&gt;Como designar fenômeno tão substancial?&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Viver &lt;em&gt;da&lt;/em&gt; arte é para muito poucos, mas viver &lt;em&gt;com&lt;/em&gt; arte deveria ser prescrição médica anexada à certidão, pois aos olhos de uma criança, criatura capaz de reinventar o sentido das coisas (“&lt;em&gt;um novo recomeçar, um brinquedo, uma roda que gira por si mesma&lt;/em&gt;”), a arte não passa de bagunça criadora. E para que se estabeleça qualquer nova ordem faz-se necessária, ainda que através de um feixe, a presença de um caos.
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="font-size:78%;"&gt;ARISTÓTELES. Poética. Coleção “Os Pensadores”. São Paulo: Nova Cultural, 2004. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-size:78%;"&gt;ECO, Umberto. Obra Aberta. São Paulo: Perspectiva, 2003.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-size:78%;"&gt;HEGEL, Georg W. F. Estética. Coleção “Os Pensadores”. São Paulo: Nova Cultural, 2005. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="font-size:78%;"&gt;HEIDEGGER, Martin. Nietzsche, volume I. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2007. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="font-size:78%;"&gt;KANT, Immanuel. Crítica da Faculdade do Juízo. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2005. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="font-size:78%;"&gt;_______________. Crítica da Razão Pura. Coleção “Os Pensadores”. São Paulo: Nova Cultural, 2005. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="font-size:78%;"&gt;MERLEAU-PONTY, Maurice. Fenomenologia da Percepção. São Paulo: Martins Fontes, 1994. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="font-size:78%;"&gt;NIEZTSCHE, Friedrich. Assim falava Zaratustra. São Paulo: Martin Claret Ltda., 2008. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="font-size:78%;"&gt;____________________. O Nascimento da Tragédia. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-3616607952494061677?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/3616607952494061677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=3616607952494061677' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/3616607952494061677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/3616607952494061677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2009/04/entre-tecnica-e-abertura-uma-reflexao.html' title='ENTRE A TÉCNICA E A ABERTURA: UMA REFLEXÃO SOBRE A ARTE CONTEMPORÂNEA'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-5830920978620803844</id><published>2008-12-15T16:06:00.006-02:00</published><updated>2009-01-12T15:10:48.763-02:00</updated><title type='text'>Do Livro do Mundo II</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;H&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;á muito tenho ouvido falar do medo inefável que assola a Humanidade. Sem rosto e sem paradeiro, o monstro invade os recantos mais profundos e inconscientes do ser. Balbuciando temores ao ouvido alheio, desperta a loucura e edifica sentinelas do novo despertar. E os que não dormiram se encontram sonolentos e temerosos com o futuro que os aguarda. Por todos os lados a pergunta não cala e clama por apaixonados instigadores: "Qual futuro nos está reservado?". Pode o Sol orbitar sem pensamentos? Pode a gênese de um novo tempo ser talhada sem a alma e o coração? Pode a pergunta responder a essas questões? Não! Não pode! O único intuito da indagação é reabrir o caminho das possibilidades - o seu comprometimento é com o devir. Como já nos foi sinalizado, "o conhecimento é um salto no escuro" - não há elucidação, não há claridade, não há caridade do tempo com a verdade. Só movimento e expansão. E mesmo cônscio da realidade, me atiro no abismo - um arremesso aos sonhos esquecidos. A imobilidade configura minha queda, pois não há gravidade que resista a tamanho e incerto deserto – do cume ao chão o espaço se fragmenta, mas sinto o vento em meus cabelos. E, como um Eleata contrariado, vou absorvendo a evolução – o medo inefável cresce. E junto a ele, a certeza de que um futuro, muito além de nossa capacidade, em sua peculiar opacidade, é impossível de se contemplar – o futuro só nos chega para&lt;/span&gt; presentificar.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-5830920978620803844?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/5830920978620803844/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=5830920978620803844' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/5830920978620803844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/5830920978620803844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2008/12/do-livro-do-mundo-ii.html' title='Do Livro do Mundo II'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-3549490796914661444</id><published>2008-10-27T13:48:00.007-02:00</published><updated>2008-11-30T20:00:45.155-02:00</updated><title type='text'>Do Livro do Mundo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;C&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;hegamos ao auge! Todos os livros foram lidos e escritos, ao menos uma vez! Todo o conhecimento se perpetuou como disse a profecia! E hoje, após o martelo e o manejo da matéria (e seus opostos), construímos naves e destruímos vidas. Nós que habitamos em meio ao caos do vazio de idéias. Em meio ao espaço, figurando em inanição, só nos resta reinterpretar e emular o eterno. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pois de quê adianta uma ferramenta se nos falta a criação???&lt;/span&gt;


&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-3549490796914661444?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/3549490796914661444/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=3549490796914661444' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/3549490796914661444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/3549490796914661444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2008/10/do-livro-do-mundo.html' title='Do Livro do Mundo'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-3915999147983283757</id><published>2008-09-18T18:10:00.005-03:00</published><updated>2008-10-27T19:07:28.346-02:00</updated><title type='text'>Ao moço dos olhos azuis; o velho dos bigodes brancos...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_YC4Y4z3UZME/SQXh-lH9O2I/AAAAAAAAAF4/wLuCQRkxyRo/s1600-h/eu.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 82px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_YC4Y4z3UZME/SQXh-lH9O2I/AAAAAAAAAF4/wLuCQRkxyRo/s200/eu.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261860204885916514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Não o perdi, meu avô. Foi a sensação, o título, que se perdeu. Substituído pelo retorno eterno de Memória, o momento é inaugural e a deusa, assim, me permite o reviver. Não há lugar para muitas palavras e apenas o pensamento flui sem seguir, necessariamente, qualquer orientação. Não há últimas homenagens, apenas a continuidade da celebração. A morte, que chega dissolvendo os sentidos, indica que quem está ausente só o faz por alguns instantes - ainda que pontuados pelo infinito. Logo, a turva névoa do sem-sentido, do “sem-resposta”, se converte na presença de um profundo pensar, um profundo existir. É reconfortante saber que foi proferido o “eu te amo”. E isso não se pode perder. Adeus meu amigo. A-Deus meu avô*.&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: center;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: center;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:78%;"  &gt;*Laerte Storck dos Santos (27 de outubro de 1927 – 17 de setembro de 2008)&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-3915999147983283757?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/3915999147983283757/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=3915999147983283757' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/3915999147983283757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/3915999147983283757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2008/09/ao-moo-dos-olhos-azuis-ao-velho-dos.html' title='Ao moço dos olhos azuis; o velho dos bigodes brancos...'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YC4Y4z3UZME/SQXh-lH9O2I/AAAAAAAAAF4/wLuCQRkxyRo/s72-c/eu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-8620686799339622997</id><published>2008-09-15T20:04:00.001-03:00</published><updated>2008-09-15T20:18:31.510-03:00</updated><title type='text'>Três sentenças sobre o Tempo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_YC4Y4z3UZME/SM7tM2HQonI/AAAAAAAAAFg/o4hUUFAnBg4/s1600-h/Galaxies_by_Huble.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_YC4Y4z3UZME/SM7tM2HQonI/AAAAAAAAAFg/o4hUUFAnBg4/s200/Galaxies_by_Huble.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5246391420873384562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;
 &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; font-weight: bold;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;O Futuro não existe; não resiste ao presente. O Passado “ri de nossa razão”; só reside no presente. Só o Presente é totalmente original e imprevisível. O Presente é o Absoluto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; font-weight: bold;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-8620686799339622997?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/8620686799339622997/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=8620686799339622997' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/8620686799339622997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/8620686799339622997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2008/09/trs-sentenas-sobre-o-tempo.html' title='Três sentenças sobre o Tempo'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_YC4Y4z3UZME/SM7tM2HQonI/AAAAAAAAAFg/o4hUUFAnBg4/s72-c/Galaxies_by_Huble.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-5167380602238201627</id><published>2008-08-25T00:59:00.007-03:00</published><updated>2008-08-25T01:16:30.276-03:00</updated><title type='text'>::LINKS &amp; SUGESTÕES::</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;

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*

\\\BOA VIAGEM&lt;span style="font-style: italic;"&gt;!!!&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-5167380602238201627?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/5167380602238201627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=5167380602238201627' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/5167380602238201627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/5167380602238201627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2008/08/links-sugestes-poesias-e-pensamentos.html' title='::LINKS &amp; SUGESTÕES::'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-3289318014467257511</id><published>2008-08-25T00:13:00.011-03:00</published><updated>2008-08-26T15:02:23.882-03:00</updated><title type='text'>O FIM DA METALINGUAGEM (?)</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;O FIM DA METALINGUAGEM?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;O FIM DO MEL DA LINGUAGEM?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;O FIM DA META?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;O FIM DA LINGUAGEM?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;*&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;O QUE QUERES DIZER? NO QUE ACREDITAR?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;MEL FAZ MAL PRA SAÚDE???&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;E O QUE MAIS FAZ BEM?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;O QUE MAIS É ZEN?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;QUEM FAZ MAIS? QUEM BEM FAZ?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;O QUE NOS CONTAM DE NOVO?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;*&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;HÁ CIÊNCIA NA CARICATURA DO MUNDO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;HÁ CIÊNCIA NOS ENTES LATENTES&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;NOS SIGNOS, NAS SERPENTES&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;FERRAMENTAS, SEMENTES&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;VETORES&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;EXISTENTES DE UM ETERNO RECOMEÇAR&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;*&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;E NO FIM DA METALINGUAGEM:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;- O QUE FAZES, ENTÃO, COM ESSES LÁBIOS DE MEL?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;- NÃO MAIS DEVO USÁ-LOS?!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;- NÃO DEVES, NÃO. FOI PROIBIDO PELO FANTÁSTICO!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt; O FANTÁSTICO ABSURDO DE UM NADA SABER&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;DE UM NADA ESTAR QUERENDO O MUNDO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;DE UM NADA DE MEL&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;E MAIS NADA DE MEU&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;*&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;SÓ EU E A MINHA LINGUAGEM&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt; &lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;SOU EU &lt;span style=""&gt;TÁ METÁ TÁ PHYSICÁ
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;SEM POESIA&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;SEM ALEGRIA&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;SEM MINHA METALINGUAGEM&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;SEM CARRUAGEM&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;SEM O FIM&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;SEM MIRAGEM&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;SEM PASSAGEM&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;
&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(produção pós-notícia sobre os perigos do mel para crianças com menos de 1 ano)&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-3289318014467257511?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/3289318014467257511/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=3289318014467257511' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/3289318014467257511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/3289318014467257511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2008/08/o-fim-da-metalinguagem.html' title='O FIM DA METALINGUAGEM (?)'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-4089371393865931498</id><published>2008-08-19T12:02:00.004-03:00</published><updated>2008-08-25T00:55:07.234-03:00</updated><title type='text'>ÉTICA E SUBJETIVIDADE</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Chegando a casa o filho se dirigiu ao pai: - &lt;i style=""&gt;Estava hoje em uma condução lotada quando um idoso, visivelmente cansado, embarcou num dos pontos. Ao entrar olhou para os lados e, não tendo aonde sentar, encostou-se na porta para seguir viagem. – Mas ninguém cedeu lugar, filho?, &lt;/i&gt;perguntou o pai. – &lt;i style=""&gt;Não&lt;/i&gt;. &lt;i style=""&gt;Num primeiro momento os passageiros se entreolharam, mas ninguém cedeu lugar. Foi quando percebi que todos ao meu redor me fitavam de esguelha como se esperassem uma atitude minha. Não suportando todos aqueles olhares, levantei-me para, então, ceder lugar ao senhor. &lt;/i&gt;O pai, passando as mãos na cabeça do filho, abriu um largo sorriso e disse: - &lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Filho, não foram os outros olhares que te incomodaram, mas os de tua própria consciência.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-4089371393865931498?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/4089371393865931498/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=4089371393865931498' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/4089371393865931498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/4089371393865931498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2008/08/tica-e-subjetividade.html' title='ÉTICA E SUBJETIVIDADE'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-7314885295929487088</id><published>2008-08-18T16:02:00.011-03:00</published><updated>2008-08-26T15:08:33.823-03:00</updated><title type='text'>A ESTÉTICA DO OCIDENTE</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_YC4Y4z3UZME/SKnYZYNOqWI/AAAAAAAAABs/p4g6E85OdFk/s1600-h/01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_YC4Y4z3UZME/SKnYZYNOqWI/AAAAAAAAABs/p4g6E85OdFk/s200/01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5235953972301179234" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div style="text-align: justify;" class="descricao"&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Em tempos de Olimpíada, além dos limites físicos do Homem, também são batidos recordes de estupidez e falta de senso crítico da nossa espécie. Como já se sabe, durante a cerimônia de abertura dos Jogos de Pequim, a cantora Yang Paiyi (à esquerda) foi considerada “feia” pelos organizadores do evento, que acabaram optando pela dublagem da fofinha Lin Miaoke (por eliminação, a da direita). A imprensa brasileira, seguindo a tendência dos demais veículos ocidentais, reverberou o caso com um tom de inconformismo ímpar. Críticas bombásticas, leitores inconformados, mensagens de apoio à Paiyi (que também é "cute-cute"), brotaram nos sites, nas colunas e nos noticiários da TV. A repercussão da notícia parece configurar um quadro propício à construção de uma Teoria do Absurdo. Um absurdo que cotidianamente nos mostra suas variadas facetas. Um absurdo que acaba por nos exigir uma postura questionadora, mas, sobretudo, perspicaz.
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Nesse caso, surgem as seguintes questões: &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;1 – Qual é a indústria responsável pela padronização estética da beleza no mundo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;2 – Vislumbrando o contínuo processo da abertura econômica e cultural, não teriam os chineses apenas agido segundo a linha de raciocínio do complexo midiático ocidental? &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;3 – Não teria sido o fato um desdobramento natural da leitura das informações, das premissas e dos valores, banalmente propagados pela “Indústria Cultural do Oeste”?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;4 – Não seria Lin a versão &lt;i style=""&gt;pop&lt;/i&gt; da Yang?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;5 - Não estamos acostumados a digerir astros da música internacional que corriqueiramente se utilizam do &lt;i style=""&gt;playback&lt;/i&gt; em suas apresentações pelo globo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;6 – Qual a novidade do assunto?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Creio que as respostas, se não parecem tão óbvias, num exercício intelectual mais profundo, certamente hão de surgir.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:10;"  &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“Quando Prometeu fez o homem, deu-lhe dois sacos para carregar: um com os defeitos alheios, o outro com os defeitos próprios. Os homens levam o primeiro na frente e o segundo atrás. Eis por que sempre estamos prontos a ver os defeitos dos outros, mas nunca percebemos os nossos” (Os Dois Sacos - Fábulas de Esopo)&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-7314885295929487088?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/7314885295929487088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=7314885295929487088' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/7314885295929487088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/7314885295929487088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2008/08/esttica-do-ocidente.html' title='A ESTÉTICA DO OCIDENTE'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_YC4Y4z3UZME/SKnYZYNOqWI/AAAAAAAAABs/p4g6E85OdFk/s72-c/01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-779366054455775230</id><published>2008-08-18T15:38:00.004-03:00</published><updated>2008-08-19T12:26:03.695-03:00</updated><title type='text'>EXATIDÃO EM PERCEPÇÃO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_YC4Y4z3UZME/SKnB5o1OJCI/AAAAAAAAABk/20mKbYXzlUA/s1600-h/Baco.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_YC4Y4z3UZME/SKnB5o1OJCI/AAAAAAAAABk/20mKbYXzlUA/s200/Baco.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5235929237752259618" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A MENTE TEM VÁRIOS MODOS DE SER EXATA...&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;EXATA-MENTE!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-779366054455775230?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/779366054455775230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=779366054455775230' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/779366054455775230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/779366054455775230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2008/08/mente-tem-vrios-modos-de-ser-exata.html' title='EXATIDÃO EM PERCEPÇÃO'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_YC4Y4z3UZME/SKnB5o1OJCI/AAAAAAAAABk/20mKbYXzlUA/s72-c/Baco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-258418646249696435</id><published>2008-08-11T22:38:00.002-03:00</published><updated>2008-08-11T23:02:11.644-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_YC4Y4z3UZME/SKDuzf4c_4I/AAAAAAAAABc/rne3W9ihKTA/s1600-h/Maua_dez2007+009.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 182px; height: 220px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_YC4Y4z3UZME/SKDuzf4c_4I/AAAAAAAAABc/rne3W9ihKTA/s320/Maua_dez2007+009.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5233445335503536002" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;"&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;I&lt;/span&gt;ndependente do motivo para um país devastado, deveríamos poupar aquelas construções que fazem honra à sociedade humana e não contribuem para a força do inimigo - como templo, tûmulos, prédios públicos e todas as obras de beleza notável (...) privá-los de modo brutal dessas maravilhas da arte é nos declararmos inimigos da humanidade" &lt;span style="font-size:78%;"&gt;
(Emmerich de Vattel, The Law of Nations, 1758)

&lt;/span&gt;&lt;img src="file:///D:/Loscar/Fotos/Lu&amp;amp;Los/Mau%C3%A1/Mau%C3%A1_dez2007/Fotos/Maua_dez2007%20009.jpg" alt="" /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-258418646249696435?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/258418646249696435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=258418646249696435' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/258418646249696435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/258418646249696435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2008/08/i-ndependente-do-motivo-para-um-pas.html' title=''/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_YC4Y4z3UZME/SKDuzf4c_4I/AAAAAAAAABc/rne3W9ihKTA/s72-c/Maua_dez2007+009.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-5859266485108961474</id><published>2008-01-11T12:06:00.001-02:00</published><updated>2008-07-15T18:50:10.452-03:00</updated><title type='text'>SAÚDE, MENTE E AÇÃO!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Foi pensando em você, leitor, que resolvi escrever esse texto-desabafo. E, antes que se manifeste, aviso: sei que o que é bom para mim, pode não ser bom para ti. Estou de acordo. No entanto, munido da melhor das intenções, com o espírito imbuído de carinho e consideração pela minha própria história de vida (e pela própria História da Vida) que resolvi modular essa sugestão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;div align="justify"&gt;

A nossa geração, a sociedade contemporânea, tem em mãos, via o advento da tecnologia da informação, talvez de forma inédita na história conhecida, a oportunidade de ouvir novas versões para velhas histórias. Essas histórias estão diretamente relacionadas com o modo como vivemos, encaramos e interpretamos o mundo. Essas histórias constituem a Versão Ocidental da História. E, com a constatação dessa oportunidade, temos a possibilidade de construir (ou desconstruir ou reconstruir) a História da Humanidade. E assim como não há razão para temer o novo, também não há razão para acreditar sem viver. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

O que é História? O que é Responsabilidade? O que é Ser? O que é Controle? O que é Liberdade? Ao longo dos tempos, filósofos de renome investiram suor e talento na tentativa de responder tais questões. Muitos esboçaram modelos coerentes e críticas sublimes. Foram publicados livros e mais livros abordando esses temas. Seja Foucault com a "Sociedade Disciplinar", seja Deleuze com a "Sociedade de Controle", seja Debord com a "Sociedade do Espetáculo", o fato é que muitos autores nos apontam importantes caminhos para tentar compreender as relações humanas e, mais especificamente, a Existência.
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Por isso, lhe faço a seguinte proposta: ao invés de assistir ao BBB 8, assista ao documentário "Zeitgeist – The Movie" (link segue abaixo). Trata-se de uma produção norte-americana que significa, literalmente, o "Espírito do Tempo". Esse foi um presente que chegou até mim. Esse é meu presente a você. Dispa-se de seus pré-conceitos. Assista ao documentário com um mínimo de doação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Cada minuto sem olhar pra telinha é uma vitória da realidade sobre a ficção (não a ficção enquanto gênero artístico, mas enquanto primado da fetichização e da banalização da vida). Cada segundo sem saber das proezas dos "Heróis do BBB" é uma vitória da sua qualidade de vida. Cada episódio não assistido é um ato de contemplação. E amor. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Caso não consiga visualizar, leia um livro, ouça um disco, escreva uma carta a um amigo querido. A idéia aqui é somente não fortalecer um programa de qualidade duvidosa, que realiza um trabalho, igualmente duvidoso, com as nossas mentes, com o discurso de que o ideal é entreter, é relaxar. Vale ressaltar que o modelo da TV brasileira é o mesmo da TV americana (entretenimento) e que o mesmo, por sua vez, é diferente dos modelos francês e inglês, onde a preocupação com o diálogo e a pesquisa é prioridade. "Mas Loscar... eu gosto de assistir exatamente por isso! Pra relaxar a mente!". Meu querido, com toda humildade: se queres realmente relaxar sua mente, feche seus olhos, tape seus ouvidos, exista em silêncio... Medite! Ali, certamente, vais encontrar um verdadeiro conforto. Uma verdadeira fonte de energia.
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Acredito que é necessária a reflexão. Pense em minha proposta. Reflita. Não custa nada. Não peço aqui dinheiro, não peço presentes, não peço o seu voto. Peço apenas um pouco da sua atenção. Refletir é também Agir.
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Zeitgeist (versão legendada) - &lt;a href="http://video.google.com/videoplay?docid=-1437724226641382024" target="_blank"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;http://video.google.com/videoplay?docid=-1437724226641382024&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;


É isso. Se gostar da idéia, repasse aos seus. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

O melhor abraço do Loscar, o Carlos Affonso &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-size:85%;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;"A literatura é a coisa mais bela do mundo. Talvez, mais bela que o mundo" (Jacques Derrida) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;


"Todas as guerras são fictícias; exceto para as partes que corpo-a-corpo irão se encontrar" (Ivo Lucchesi)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-5859266485108961474?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/5859266485108961474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=5859266485108961474' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/5859266485108961474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/5859266485108961474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2008/01/sade-mente-e-ao.html' title='SAÚDE, MENTE E AÇÃO!'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-7713882845064596010</id><published>2007-07-24T23:44:00.000-03:00</published><updated>2007-07-26T14:56:32.753-03:00</updated><title type='text'>KA LAHUN MEN (LAHAK MEN)</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_YC4Y4z3UZME/Rqa5rPf1_lI/AAAAAAAAABI/J6gk7nJhBf4/s1600-h/TRIMURTI.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090960581334531666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_YC4Y4z3UZME/Rqa5rPf1_lI/AAAAAAAAABI/J6gk7nJhBf4/s320/TRIMURTI.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;E&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; foi então que, mesmo sem te conhecer, já sabia de você...
Seu semblante edênico,
seu sorriso helênico,
o olhar certeiro como a flecha que o alvo acerta,
sem o tempo do alvejado para despertar...
E, esperta, muda o andar...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
Mesmo sem te conhecer, dedilhei minhas notas em versos pra te
convencer...
Esqueci do desconhecido que sou e, inspirado pelas altas paisagens,
fiquei na ponta dos pés pra contemplar...
O momento que se aproximava, a inclusão, você maroteava e eu a pensar numa
canção...
A dúvida, o mito, um registro do tempo que teima em tolerar meus devaneios,
minha visão idílica, o amor poético, os suaves galanteios...&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
Mesmo sem te conhecer, não passei imune ao seu charme,
ao seu jeito menina de ser, ao seu ar territorial...
Leoa, monitorando o ambiente como um vendaval,
como a natureza garrida, que a cada dia renasce, produz vida...&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
Mesmo sem te conhecer, fechei meus olhos e segui meus instintos...
Incipiente sensação; meu aparato visual não funcionava, mas sim o coração...
Uma vontade de conhecer seus mistérios, seus ritos,
e meus desejos famintos dissolvendo a razão...
Pobre razão...
Enaltecida pelas buscas, aturdida pelas dúvidas,
esqueceu que é apenas um caminho, mas não revela a plenitude,
nem a totalidade, a compreensão...&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
Foi então que, mesmo sem te conhecer, me atirei de cima do prédio,
erradiquei o tédio, participei de meu próprio remédio nesse salto profundo...
Foi assim a estória do dia em que vislumbrei parte do seu mundo,
do seu pedaço de chão...
No dia em que pedi um beijo aos Céus,
eu ganhei foi, na verdade, uma Mulher-Inspiração... &lt;/div&gt;
&lt;div align="right"&gt;
* &lt;span style="font-size:78%;"&gt;(&lt;em&gt;imagem: KRSNA ART&lt;/em&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-7713882845064596010?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/7713882845064596010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=7713882845064596010' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/7713882845064596010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/7713882845064596010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2007/07/e-foi-ento-que-mesmo-sem-te-conhecer-j.html' title='KA LAHUN MEN (LAHAK MEN)'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_YC4Y4z3UZME/Rqa5rPf1_lI/AAAAAAAAABI/J6gk7nJhBf4/s72-c/TRIMURTI.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-2858040262295244190</id><published>2007-03-09T18:55:00.000-03:00</published><updated>2007-10-25T16:33:39.211-02:00</updated><title type='text'>VÊNUS, PARNASO E AS MUSAS</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_YC4Y4z3UZME/RfHZkflTccI/AAAAAAAAAAw/RlfTFiR1bcg/s1600-h/Mulheres02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5040048678980776386" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_YC4Y4z3UZME/RfHZkflTccI/AAAAAAAAAAw/RlfTFiR1bcg/s320/Mulheres02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;

&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Mulher, &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="center"&gt;
Metade inteira da existência amena &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Sintonia sutil, beleza plena
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Com sorrisos mil ilumina rostos, realiza encantos,
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Germina alegrias, por vezes prantos
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Corações desavisados são alvejados em segundos
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;O petardo que é lançado constrói sonhos, destrói mundos...
&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="center"&gt;*&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
Mulher,
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Mãe, filha, querida amiga
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Amante lancinante nas curvas da vida
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Deságua um saber e um bem-querer singulares&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Contempla fogo, água, a terra, os ares&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;"Flor-e-sendo" nos cantos são várias as flores &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;São ruivas, morenas, robustas, pequenas
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Talismãs cintilantes da presença divina
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;São nossos amores, são nossas meninas...
&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;*&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
Mulher,
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Que não só tem um dia, mas o ano inteiro
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Do início dos tempos, de janeiro a janeiro &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;E são merecedoras de nossa emoção
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;De nossas homenagens, dos brindes de fim de tarde,
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Das coisas do coração...
&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;*&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
E finalizo aqui essa prece velada
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Com todo respeito à paixão declarada
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Do passado ao presente, às que vem pela frente
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Às que nunca se foram e nem vão me deixar
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Poetisas, guerreiras, na volta e na ida
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Às mulheres lindas da minha vida.
&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-2858040262295244190?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/2858040262295244190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=2858040262295244190' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/2858040262295244190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/2858040262295244190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2007/03/vnus-parnaso-e-as-musas.html' title='VÊNUS, PARNASO E AS MUSAS'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_YC4Y4z3UZME/RfHZkflTccI/AAAAAAAAAAw/RlfTFiR1bcg/s72-c/Mulheres02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-8796375122309190368</id><published>2007-02-28T20:05:00.000-03:00</published><updated>2007-03-01T00:26:13.699-03:00</updated><title type='text'>SANCHEZ: O CAPITÃO E O MAR</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_YC4Y4z3UZME/ReYK1uQAqKI/AAAAAAAAAAc/UkPye9qGL-E/s1600-h/comp_01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5036725151325005986" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_YC4Y4z3UZME/ReYK1uQAqKI/AAAAAAAAAAc/UkPye9qGL-E/s320/comp_01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;SOU SANCHEZ, CAPITÃO DA FRAGATA EUTÍFRON. É GRANDE; CERCA 1 MIL E 700 TONELADAS, 36 CANHÕES. ANTES DE ESTAR SOB MEU COMANDO, EUTÍFRON HAVIA SIDO UMA ARMA DE GUERRA NAS MÃOS CALEJADAS DE MEU VELHO PAI, DOM GALEANO. APÓS SUA MORTE, RETIREI QUASE TODO O ARMAMENTO, REFORMEI A EMBARCAÇÃO E SOU EXPLORADOR. DO ALTO DO NAVIO AVISTO TUDO. TUDO ME VÊ E ACENA. NADA PODE DAR ERRADO. ESTAMOS EU E ELA EMPARELHADOS. TODOS OS LADOS. COMPASSO POR COMPASSO. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;EM CADA CANTO O OCEANO ENCANTA. ENCONTRA SUA METADE NUM CÉU PROFUNDO QUE MISTURA AZUL E BELEZA. SÃO RAIOS DE LUZ DA CERTEZA, LUZ DA MAIS ALTA REALEZA. O SOL QUE PROJETA VIDA NO CÉU, NOS MARES. NOS CAMPOS QUE A TANTO TEMPO NÃO VEJO. NOS CABELOS DE MINHA AMADA QUE ME RECORDAM O DESEJO. NOS RISOS DAS CRIANÇAS DA ALDEIA. NA VIDA ALHEIA. NO CANTO MORTAL DAS SEREIAS. OS RAIOS DE LUZ DA CERTEZA. LUZ DA MAIS ALTA REALEZA...

&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;CERRO OS OLHOS. E O SOL A ME BANHAR O ROSTO. NUM MOMENTO TRANQUILO, ESQUEÇO O NAVIO, A SAUDADE, QUALQUER DESGOSTO. ESTOU CANSADO. LEVAR A VIDA NUM NAVIO É DIFICIL TRABALHO. MAS O MAR ME AMA. EU AMO O MAR. VAI SER ASSIM ATÉ MEU CORPO CANSAR. E MESMO NA CAMA, QUANDO NÃO PUDER MAIS LEVANTAR, AS NEREIDAS VIRÃO ME BUSCAR. PORÉM, SEI QUE NÃO É HORA. HÁ MUITO TRABALHO A FAZER. MUITAS LÉGUAS A PERCORRER.

&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;AO NORTE, UMA TEMPESTADE SE APROXIMA. NINGUÉM MAIS PASSA. APENAS SE SOUBER NAVERGAR EM MEIO AO TURBILHÃO. ÁGUAS PODEROSAS. EM OUTROS TEMPOS ME ARRISCARIA, MAS AGORA NÃO. PREFIRO BAIXAR ÂNCORAS E AGUARDAR. A TEMPESTADE DEVE SE DESLOCAR PELA NOSSA DIREITA E CONTINUAR EM DIREÇÃO AO PORTO DE QUEBAR. ATÉ LÁ SÃO QUASE 100 MILHAS MARÍTIMAS; POUCO MAIS DE 180 QUILOMETROS. FAZ 2 ANOS QUE NÃO PASSO POR LÁ. QUEBAR. A ROTA SE TORNOU PERIGOSA. NOS ÚLTIMOS MESES, TENHO OUVIDO, MAIS DE 200 EMBARCAÇÕES SAQUEADAS. NA MAIORIA DAS VEZES A TRIPULAÇÃO É MORTA. ÁGUAS PERIGOSAS...

&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;E CERTA VEZ QUASE FOMOS SURPREENDIDOS, MAS DO ALTO DO NAVIO AVISTO TUDO. TUDO ME VÊ E ACENA. E EUTÍFRON É VELOZ. EUTÍFRON É GUERREIRA. E A TEMPESTADE TAMBÉM É. MUDA SUA ROTA EM NOSSA DIREÇÃO. QUEBAR ESTÁ LIVRE. NÓS PRESOS. SE MEU DESTINO E O DA VELHA FRAGATA É O DE MAIS UMA BATALHA, ENTÃO QUE O SEJA. O VENTO VETA O VÔO DAS AVES QUE TENTAM VENCER O SOPRO DOS CÉUS. IÇAR ÂNCORAS. É HORA DE LUTAR...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(trecho de "Sanchez: O Capitão e O Mar" por Loscar / imagem por Alexandre Aranha)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-8796375122309190368?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/8796375122309190368/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=8796375122309190368' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/8796375122309190368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/8796375122309190368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2007/02/sanchez-e-o-mar.html' title='SANCHEZ: O CAPITÃO E O MAR'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_YC4Y4z3UZME/ReYK1uQAqKI/AAAAAAAAAAc/UkPye9qGL-E/s72-c/comp_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-116967141269541073</id><published>2007-01-24T18:42:00.000-02:00</published><updated>2007-01-24T18:47:56.830-02:00</updated><title type='text'>&gt;&gt; SQN215BSB &lt;&lt;</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5258/4133/1600/619421/PEIXES.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5258/4133/320/386919/PEIXES.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Há nuvens de outros tempos no céu estrelado de hoje, agora&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="center"&gt;
Há nuvens e estrelas que contam vidas&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
em outros bairros em outras memórias&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
E as estrelas refletem risos&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
e como momentos marcam o choro na história&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
Mas as nuvens trazem o vento,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
que  se chega descontento;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
irritado quando é o Tempo;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
leva as estrelas embora.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
*&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
Volta choro, volta riso, de memórias, das estórias&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
e o Tempo sabe quando trazer as nuvens&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
O Senhor Tempo sabe bem quando trazer as histórias&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
*&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
Que desenterre do fundo de um tormento&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
que seja aflito ao momento em que toca&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
Mas que mostre música e alforria&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
das misérias,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
das mazelas de um cotidiano idiota&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
*&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
Que traga estrelas num mar de céu pra velejar&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
nas correntes do pensamento&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
o que me move ao tempo&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
é a vontade do ESTAR,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
pois sempre vão existir também as nuvens,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
que o vento estrela até uma alvorada qualquer chegar...&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
 &lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-116967141269541073?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/116967141269541073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=116967141269541073' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116967141269541073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116967141269541073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2007/01/sqn215bsb.html' title='&gt;&gt; SQN215BSB &lt;&lt;'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-116688389117978245</id><published>2006-12-23T12:11:00.001-02:00</published><updated>2008-08-19T16:06:16.372-03:00</updated><title type='text'>::TESTEMUNHA OCULAR::</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5258/4133/1600/652595/KRSNA.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5258/4133/320/261619/KRSNA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;OLHEI PRO CÉU,&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;VI PÁSSAROS A VOAR,&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;ANTES QUE O SOL SE PONHA PROCURANDO O LUGAR...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;ASAS ABERTAS, HORIZONTE INFINITO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;NUM CANTO DA MATA O LAR CULTIVAR. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;OUÇO O CANTAR DAS AVES&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;NAS DENSAS NUVENS, NOS CONTRATEMPOS,&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;SÃO SUBLIMES ORNAMENTOS &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;E NEM MESMO O TEMPO PODE APAGAR. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;

NÃO HÁ TRISTEZA NO AR...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;SÓ HÁ VESTÍGIOS DE VIDA,&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;DA RIQUEZA DA ALMA,&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;DA NATUREZA GARRIDA. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;

E DAQUI QUERO LEVAR IMPRESSÕES,&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;POIS DE UMA FORMA OU DE OUTRA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;ERA EU QUEM QUERIA ESTAR LÁ;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;NO CÉU A VOAR...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;MAS ME BASTAVA OLHAR...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;"TESTEMUNHA OCULAR"&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:78%;"  &gt;(imagem: &lt;em&gt;KRSNA ART&lt;/em&gt;)&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-116688389117978245?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/116688389117978245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=116688389117978245' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116688389117978245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116688389117978245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2006/12/testemunha-ocular.html' title='::TESTEMUNHA OCULAR::'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-116629851833352858</id><published>2006-12-16T17:45:00.001-02:00</published><updated>2008-08-19T16:07:48.087-03:00</updated><title type='text'>Depois dos aguilhões vieram as tumbas e os sarcófagos</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5258/4133/1600/213485/Sivuca.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;Até o padre que amava o Papa, em segredo, revelou-se um desconhecido em meio à multidão. Por dentre as várias teias, escorregava pra dentro do Tempo e assimilava pouco, devido ao grande turbilhão, o que lhe era passado. E foi naquele presente absoluto que o futuro não mais se sucedeu...
&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;Estagnado. O corpo petrificado. A alma como se tivesse sido suja por um decante ou um lapso de visão. Não acreditava no que o momento e o tear do Tempo traziam em nós atados; idolatria e decepção.
&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;O Mundo agora está fadado ao limiar da Santa Ceia? O veneno que jorra do ventre da Terra - a Mãe e a Guerra - não nos reserva mais o futuro e a ambição? Os novos rumos e velhos erros não serão novamente cometidos?
&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;De tudo que se sabe hoje é legado. De certo ou errado, tentado no passado. E o caminhante disso sabia e, quando se defrontou com seu destino, resignado, partiu dessa pra uma melhor.
&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;Não foi nem suicídio, eutanásia e muito menos o veneno do aguilhão.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;Foi seu poder de se encaixar a época... &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(agradecimentos a Alessandro Rochinha)&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-116629851833352858?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/116629851833352858/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=116629851833352858' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116629851833352858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116629851833352858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2006/12/depois-dos-aguilhes-vieram-as-tumbas-e.html' title='Depois dos aguilhões vieram as tumbas e os sarcófagos'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-116568775896837987</id><published>2006-12-09T16:08:00.001-02:00</published><updated>2008-08-19T16:08:35.609-03:00</updated><title type='text'>Os Aguilhões</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;OS AGUILHÕES &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Grito de dor a plenos pulmões! &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;

“Cérebro entrecortado; acordo e durmo parado.”&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;

Me suga a energia com o poder da TV&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Monopoliza mente, corpo, alma, o ser&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Me ensina a fazer, ensina a aprender &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Me faz vegetal, me ensina a querer &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Regra minha trilha! Ó Mestra da Ilusão&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Que pouco a pouco as horas vão&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;* &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;

“Cérebro pasteurizando; acordo e durmo babando.” &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;

Me faz imbecil, sem eu saber&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Me engana que eu gosto, faz perceber &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Se mostra pra mim como único meio de comunicação &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Já quase perdido, me espeta o aguilhão!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
E injeta veneno nas minhas veias &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Me amarra travado nas tuas teias&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Regra garrida; minha vida insana&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Minha vida insensata, vida mundana&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Minha vida prostrada, minha vida parida&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Minha vida inventada, vida vivida&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
* &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
“Cérebro sucateado; acordo e durmo sentado.”&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;

Me compassa o tempo, que eu compasso o pensamento&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Me diz pra onde vai o vento, qual meu direcionamento?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Me surrupia por debaixo do pano&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Me convence do erro, potencializa meu engano&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Faz a flor parecer mais fria&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
A cor desaparecer dos cantos &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Os cantos não mais terem rimas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
As rimas perderem o pranto &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Os prantos perecerem de dor &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
E a flor ficando mais fria&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
O dia perdendo energia &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Os contos, o sabor&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
*&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
“Cérebro desintegrando; acordo e durmo babando.”&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;

Me faz relutar, embaça meu ar&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Me faz eu despir, pedir pra sair &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Me fecha a janela e torce o cano&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Deturpa o momento, me envolve no plano&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Acorda os morcegos com a alta freqüência&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
E entedia os finais de semana&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Dia após dia; eu gosto, me engana!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
*&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
“Cérebro pulverizado; acordo e durmo pregado.”&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;

Imaginário sublimado&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
Grito a plenos pulmões&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;“Filha da puta esses aguilhões!” &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-116568775896837987?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/116568775896837987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=116568775896837987' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116568775896837987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116568775896837987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2006/12/os-aguilhes.html' title='Os Aguilhões'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-116507005218135367</id><published>2006-12-02T12:27:00.000-02:00</published><updated>2006-12-02T12:34:12.266-02:00</updated><title type='text'>HILOZOÍSMO*</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5258/4133/1600/589484/Sana%20029.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5258/4133/320/880571/Sana%20029.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div align="center"&gt; &lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;LER NÃO É APENAS LER;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;ENTENDER AS PALAVRAS NA ORDEM.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;LER NÃO É APENAS RELER;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;E DESFARZER UMA POSSÍVEL DESORDEM.
&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
LER É FAZER CORRELAÇÕES,&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;LER É DISSECAR ENTRELINHAS,&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;É CONTAGIAR O PENSAMENTO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;AO INFINITO CAMPO DO CONHECIMENTO...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;

&lt;strong&gt;LER É COLOCAR SENTIDO NAS COISAS,&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;É CRER QUE EXISTE VIDA NO VIRAR DA PÁGINA,&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;QUE EXISTE HISTÓRIA NO ABRIR DO LIVRO;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;É PERMITIR DESFOCAR O OLHAR DO ÓBVIO...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
LER É DESATAR NÓS DA FALTA DE ENTENDIMENTO,&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;É COMPASSAR TESÃO E O CARDÍACO BATIMENTO.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;LER É SER NO MUNDO!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;LER É SER DO MUNDO!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;
É FUNDAMENTO BÁSICO PARA A MANUTENÇÃO DAS CRENÇAS...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;É NÃO SÓ INDAGAR SOBRE A EXISTÊNCIA,&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;MAS ENTENDER GRANDE PARTE DA ESSÊNCIA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
DE QUE LER É REGER E REFORMATAR O PRÓPRIO TEMPO...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(*doutrina que atribui à matéria qualidades espirituais)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-116507005218135367?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/116507005218135367/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=116507005218135367' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116507005218135367'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116507005218135367'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2006/12/hilozosmo.html' title='HILOZOÍSMO*'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-116446702888879583</id><published>2006-11-25T13:00:00.000-02:00</published><updated>2006-11-25T13:14:36.520-02:00</updated><title type='text'>O RESSONANTE</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5258/4133/1600/592332/hermetopascoal.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5258/4133/320/114072/hermetopascoal.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5258/4133/1600/889944/hermetopascoal.jpg"&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;No calor dos 44 graus entrei na sala que refrigerava...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;No barulho dos motores que faziam rodar a maquinaria, se fez o som...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Ruíam todas as paredes do ambiente...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Dos ventiladores brotava o nó que se dava no ar,... &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;e voar... &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Das janelas latejavam vibrações...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;e tais pulsações eram fartas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;e tais pulsações eram vidas, queridas...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Alegre e tonal;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;no compasso daquele gênero musical...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;

&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;E viva Hermeto Pascoal!!!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-116446702888879583?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/116446702888879583/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=116446702888879583' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116446702888879583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116446702888879583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2006/11/o-ressonante.html' title='O RESSONANTE'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-116385728894022124</id><published>2006-11-18T11:19:00.001-02:00</published><updated>2008-08-19T16:09:27.794-03:00</updated><title type='text'>SEIN UND ZEIT*</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/TEMPO.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/320/TEMPO.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;POESIA QUE ENCONTRO NA ARTE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
MUDA NA FORMA E NO JEITO D´EU CONT-ARTE&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
MOVIMENTOS SOBERANOS DA PALAVRA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
ESCRITA ASSIMÉTRICA, DESENVOLTA E GALÁCTICA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
*&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
LUZ, SOL, É O ABRAÇO DIVÍNO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
DA MINHA PERCEPÇÃO EM QUE NASCE GENUÍNO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
O ENTENDIMENTO DO MUNDO QUE ME COMPREENDE&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
COMO O MUNDO ME ENTENDE? O PENSAMENTO FLUINDO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
*&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
JÁ NÃO TENTO MAIS SAIR POR AQUELA PORTA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
E MINHA MENTE, POR SI SÓ ABORTA, UMA POSSÍVEL DECEPÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
DE SAIR PELA PORTA E NÃO ENCONTRAR A VIDA TORTA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
MAS PESSOAS NAS RUAS, CALÇADAS E O CHÃO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
*&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
RESTA ENTÃO OLHAR PRO CÉU, FECHAR OS OLHOS E PRATICAR O VERSO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
FAZER CONTATO TELEPÁTICO COM O MULTIVERSO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
E PERCEBER QUE TODO DIA É DIA DE RENOVAR&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
TODO DIA A ORDEM É CATALISAR&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;
TODO DIA É VIDA NOVA EM ALGUM LUGAR&lt;/strong&gt;
&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/TEMPO.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:78%;"  &gt;*(&lt;em&gt;Ser e Tempo - Martin Heidegger - 1927&lt;/em&gt;)&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/TEMPO.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-116385728894022124?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/116385728894022124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=116385728894022124' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116385728894022124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116385728894022124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2006/11/sein-und-zeit.html' title='SEIN UND ZEIT*'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-116326416150576677</id><published>2006-11-11T14:52:00.000-02:00</published><updated>2006-11-11T14:56:01.516-02:00</updated><title type='text'>*RE-UNIÃO*</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/REUNI??O.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/320/REUNI%3F%3FO.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;ACORDEI COMO QUEM CLAMA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;
O CORPO FECHADO NA CAMA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;div align="center"&gt;
UM DIA INTEIRO PRA TRILHAR DE SONHOS&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
A NOITE INTEIRA EU DORMI COM MONSTROS...&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
*&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
 O TETO CAINDO ME FORÇANDO ACORDAR&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
O CHORO, A LEMBRANÇA; CALMA CRIANÇA...&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
UMA VIDA INTEIRA PRA AMAR,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
FLORES E FAUNA PRA CUIDAR...&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
*&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
DEBRUÇADO NA JANELA VI QUE MEU CORPO CAMINHAVA&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
TACITURNO, SORUMBÁTICO, TARTAMUDEAVA,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
COMO SE INDAGASSE A EXATA PALAVRA&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
QUE REVELARIA MEU DESTINO, MINHA CONDIÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
MAS A SOLA DO PÉ NÃO TOCAVA O CHÃO!&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
SERIA UM ESBOÇO, UM INÍCIO DE LEVITAÇÃO?&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
GUARDAVA A CERTEZA NO PEITO;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
SERIA EU CAPAZ DO FEITO OU ERA SOMENTE ILUSÃO?&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
NA FORMA CONCEBIDA E NA FORMA CONSTRUÍDA&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
POR DUAS OU TRÊS VEZES CHAMEI MEU NOME...&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
FELIZ DE QUEM OLHAVA&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
A CHUVA LAVAVA E O VENTO LEVAVA&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
MAS EU MESMO NÃO ME RESPONDI&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
E FOI PRECISO ABSTRAÇÃO PRA INTUIR&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
QUE NA JANELA O QUE HAVIA ERA MEU CORPO&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
E O QUE LÁ DE CIMA VIVIA, ERA MINHA ALMA...
&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(&lt;em&gt;foto: Bernardo Varela&lt;/em&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-116326416150576677?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/116326416150576677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=116326416150576677' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116326416150576677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116326416150576677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2006/11/re-unio.html' title='*RE-UNIÃO*'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-116265104102771707</id><published>2006-11-04T11:32:00.000-03:00</published><updated>2006-11-04T11:47:11.160-03:00</updated><title type='text'>::SIGLA::</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/Hunab%20Ku.2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/320/Hunab%20Ku.2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;simbolismo dinâmico do entendimento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;
poesia e neologia cruas ao vento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;
ao tecido do pensamento...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;
à calibração da alma...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;
bato palma na veia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;
e a vertigem voa...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;
à saúde virgem&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;
e ao tempo que não volta mais...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-116265104102771707?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/116265104102771707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=116265104102771707' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116265104102771707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116265104102771707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2006/11/sigla_04.html' title='::SIGLA::'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-116259676714813627</id><published>2006-11-03T20:29:00.000-03:00</published><updated>2006-11-04T04:38:17.540-03:00</updated><title type='text'>PREÂMBULO</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/05.3.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/320/05.3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Lugares abertos pra muitas viagens
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Viagens libertas pra muitos lugares
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Lugares de cores e brisas queridas
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Viagens no Rio já quase esquecidas
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Lugares que chamam... Pessoas se amam...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Viagens que chegam... Pessoas se beijam...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Momentos rápidos e infinitos
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Movimentos elásticos e desinibidos
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Pessoas... lugares...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Viagens sem rumos...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Amigos e amantes
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Vivências, semblantes...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Temperatura que sobe quando tu adentra
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;e o recinto em que me encontro já não mais alenta
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Preciso expressar essa doidera...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Que seja ao meu jeito, da minha maneira...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;E que seja feliz, uma vez que é vida
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Que seja vivida em seu próprio tempo...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Que tenha freqüência e pensamento...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Pra que não sejam somente viagens...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Pra que não sejam somente lugares...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;
Mas pra que sejam pessoais e singulares...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Bem como o que sentimos...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Em diferentes ares, e diferentes mares...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;E&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;m diferentes viagens, e diferentes lugares...&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-116259676714813627?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/116259676714813627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=116259676714813627' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116259676714813627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116259676714813627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2006/11/prembulo.html' title='PREÂMBULO'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-116259551305477701</id><published>2006-11-03T20:09:00.000-03:00</published><updated>2006-11-03T20:19:49.646-03:00</updated><title type='text'>CONTRA-SPIN</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/FLOR01.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/320/FLOR01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;O&lt;/strong&gt; sol a abrir suas asas... uma aura de vidas atrás...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;o vento ventando por dentro do peito, ampliando as paixões...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;lembro com tristeza do jeito com que a natureza tocava meus pés... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;agora não resta nenhum dos Caetés...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;foram todos levados a força pro novo mundo chegar
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;- os embrutecidos pelo tempo e pela falta de cores
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;traçaram cruéis o destino de um povo...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;e mesmo com o passar dos anos,
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;a terra ainda sente a frieza com que se pisa o monte,
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;o pasto, a mata...

&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;M&lt;/strong&gt;as o sol a raiar suas asas... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;e o vento a ventar suas graças... &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;ampliando as paixões... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;deixando seus filhos mais altivos,
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;cantando à alma dos nativos, por toda parte corações...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;no desabrochar das flores, no revoar dos pássaros,
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;nos dedos de uma criança, no riso que me lembra a infância,
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;nas pequenas canções...

&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt; numa simples caminhada
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;ao redor da magia a vida renasce... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;sobrevivendo das pulsões de morte...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;sobrepujando as lições de eternidade, da mente e do ser...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;organizando o caos... o tenro, o terno, o volátil, o grão...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;abrindo com toda minha poesia e o universo em minhas mãos...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;
&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt; o músculo que pulsa ritmado me mantém acordado pra te ver chegar...
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;mas tu não chegas de verdade, pois já estavas comigo...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;esse velho e nobre amigo...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;esse que é irmão da dor...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;o que morde e assopra...
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;o declarado Amor...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-116259551305477701?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/116259551305477701/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=116259551305477701' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116259551305477701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116259551305477701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2006/11/contra-spin.html' title='CONTRA-SPIN'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36901645.post-116259478762006985</id><published>2006-11-03T19:55:00.000-03:00</published><updated>2006-11-03T20:08:30.840-03:00</updated><title type='text'>BRAHMA</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/BRAHMA.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/320/BRAHMA.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;
&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;VAZIO???&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="center"&gt;
EU RIO!
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;FRIO???
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;NÃO NUM BERÇO NOS BRAÇOS DE BRAHMA
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;QUE GIRA, GIRA E VIRA A LUZ QUE EMANA
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;E SE MANIFESTA EM QUEM QUISER DE FORMA BOA
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;SEJA BEM VINDA A NOVA ERA
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;AGORA JÁ NÃO MAIS SE CAMINHA... AQUI SE VOA...
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;E NO EXPERIMENTO QUE SE APRESENTARÁ
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;O VALOR DA EXISTÊNCIA VAI TER O PESO DA ALMA
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;E QUEM CORROBORAR COM CALMA
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;NUM NOVO SER VAI TRADUZIR CERTEZAS
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;E FRAQUEZAS NÃO MAIS SERÃO PROBLEMAS
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;NEM DILEMAS
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;SÓ HAVERÁ ALENTO
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;POIS O OBJETIVO É UM SÓ
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;O FIM DO TEMPO
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
- &lt;em&gt;NÃO SEREI UM SER PELA METADE
&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;NÃO SEREI METADE DA IRMANDADE
&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;SEREI EU NA PLENITUDE DA VERDADE -&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36901645-116259478762006985?l=signoslatentes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://signoslatentes.blogspot.com/feeds/116259478762006985/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36901645&amp;postID=116259478762006985' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116259478762006985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36901645/posts/default/116259478762006985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://signoslatentes.blogspot.com/2006/11/brahma.html' title='BRAHMA'/><author><name>Loscar</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04960094265343580797</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://photos1.blogger.com/blogger/5258/4133/1600/LOSCAR.0.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry></feed>
